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Líder Jr.

Entenda Precificação de produtos e Margem de lucro – Líder Jr.

Precificação de produtos: como se diferenciar para ter lucro Precisamos começar falando que a precificação de produtos está completamente ligada ao processo de venda. Isso pode parece óbvio, mas isso permite que possamos iniciar a nossa discussão na mesma página! Desde os primórdios do capitalismo, nós conseguimos enxergar a relação de quanto um produto exige de contrapartida do interessado na sua posse.  Reparem que não usei a palavra “valor”, pois vamos usar essa expressão quando estivermos falando de Proposta de Valor. Então, relembrando os conceitos de escambo, por exemplo, um produto era cedido por mim quando eu queria ter acesso a outro. Logo, eu poderia entregar 5 tomates e receber 8 laranjas. Ou seja, 5 tomates era o preço para se ter 8 laranjas. Nessa época, o acúmulo de riquezas ainda não era o objetivo – até a chegada do mercantilismo. Isso quer dizer que, se eu “cobrava” de você 5 tomates para entregar 8 laranjas, era isso que eu enxergava que me custava e eu realmente precisava disso. Eu não cobraria de você a mais apenas para o meu acúmulo, o lucro não era a intenção; Claro que, naquela época, o mercado não era regulado e cada produtor estabelecia suas relações comerciais da maneira que achava melhor. É apenas um exemplo histórico e muito simples para introduzirmos um assunto que já ganhou uma complexidade enormemente maior do que tinha há 800 anos atrás. 3 formas de fazer a precificação de produtos Na lógica de mercado atual, quando produzimos algo e pensamos no seu preço, a primeira pergunta que vem na nossa cabeça é: quanto me custou? A partir disso, conseguimos trabalhar com um preço, no mínimo, acima do custo, para evitar o nosso prejuízo.  Mas quanto a mais acima dos custos? E onde entra a concorrência nessa história? Como pensar em tudo isso? Vamos lá! 1ª Quanto você quer ter de lucro? Primeiramente, a primeira forma de precificação de produto, é o método mais tradicional. Após analisar quais são os seus custos para a produção e dividi-los entre as unidades produzidas, você só precisa pensar: quanto eu quero ter de lucro? A princípio, se a unidade do seu produto te custa 8 reais, e você quer ter 2 reais de lucro por unidade, você estabelece o preço de venda como 10 reais.  Ou então, você não sabe quanto quer ter de lucro unitário, mas tem uma pretensão de lucro total. Se, no mesmo exemplo, você planeja vender 500 unidades no mês e quer ter um lucro de 500 reais, você tem que lucrar 1 real por unidade – ou seja, o preço de venda deve ser 9 reais. Mas isso pode parecer simples, não é mesmo? No entanto, como eu falei, bastante tradicional e desconsidera fatores importantes de concorrência e diferenciação de mercado. 2ª Quanto os seus concorrentes estão cobrando?  Digamos que, usando dos exemplos anteriores, após fazer a precificação do produto, você resolveu cobrar 10 reais. Mas quando você faz uma pesquisa de mercado você identifica que os concorrentes cobram R$8,50. “E agora? Vou ter 50 centavos de lucro por unidade?” Você tem algumas escolhas. A primeira dela é cobrar igual e apostar que os clientes vão preferir o seu produto, fazendo eles migrarem para a sua empresa. A segunda é cobrar abaixo e tirar os clientes do seu concorrente porque você está com um preço inferior. Mas o que ninguém te conta é que quem chega pelo preço, também vai embora pelo preço. E se o produto para o seu concorrente custa 6 reais? Ele ainda tem R$2,50 de margem para “guerrear” por preço antes de ter prejuízo e você não sabe disso! Assim que ele abaixar para 8 reais, os clientes que vieram para você, voltam para ele. Mas não são só 2 caminhos que você pode seguir, existe um terceiro! 3ª O quanto seu produto vale? Essa é uma pergunta extremamente subjetiva, mas importante no mesmo nível. Lembra que no início eu avisei que ia falar sobre valor? Chegamos nesse momento! Antes da gente falar mais sobre proposta de valor, preciso te dizer a verdade do processo de precificação de produtos: as 3 maneiras são complementares. Você precisa cobrir seus custos, prever sua demanda, planejar seu lucro e analisar seus concorrentes. Mas não pode ser só isso. Qual é o diferencial do seu produto? O que só ele permite, gera ou facilita às pessoas? Essa é a proposta de valor do seu produto. Com isso bem definido, um concorrente pode cobrar 10 reais e você 25, que você terá clientes fiéis, que amam a marca e se identificam. Esse preço não é tudo, ele é volátil e as pessoas também são, mas o que a sua marca e o seu produto fazem com os clientes, não é. Saia da guerra de preços e cobre o quanto o seu produto vale. Mas aqui vale a ressalva, os clientes devem enxergar a mesma proposta de valor que você imagina para o seu produto! Eu posso achar que faço o melhor bolo da cidade e tentar cobrar como tal, mas se para os clientes isso não é verdade, eles não compram nem se for mais barato. Pense em você como consumidor, antes mesmo de empreendedor: se uma marca se autodenomina a melhor no que faz, mas você prefere uma outra, o que você pensa desse discurso?  Dois ótimos exemplos: as famosas disputas Toddy x Nescau ou Burger King x McDonald’s, seja você fã de uma marca ou de outra, dificilmente você compra da marca concorrente só por ela ter abaixado o preço. Porque você compra mais do que o produto, você compra a marca, o valor, o propósito e a experiência. E como unir as 3 abordagens para a precificação de produtos? Seja como for, agora que já estamos bastante contextualizados e entendemos a diferença entre alguns conceitos, a hora de colocar a mão na massa é a “mais fácil”. Vou te apresentar a ordem cronológica das ações em 6 passos: Passo 1 – Mapeie os seus

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5S na prática: como implementar essa metodologia?

A Metodologia 5S, com o intuito de reerguer as indústrias afetadas após a Segunda Guerra Mundial, consiste em um programa japonês de gestão de qualidade que busca a melhoria contínua do ambiente de trabalho. Seu maior objetivo é reduzir prejuízos, aumentando a produtividade e aprimorando o seu negócio. Mas a grande questão é: como implementar 5S na prática? Men’s Gym Y Back Stringer Tank Top Bodybuilding Athletic Workout Fitness Vest anadrol for sale water and bodybuilding Leia mais sobre o surgimento e a evolução da Metodologia 5S. Como colocar a Metodologia 5s na prática? Para implementar na prática a Metodologia 5S, você precisa compreender que esse programa engloba 5 princípios, os quais são representados por um S: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke, definidos por utilização, organização, limpeza, padronização e disciplina, respectivamente. Entender cada um dos sensos é muito importante, pois simbolizam o estágio de execução da 5S, no qual o seu negócio se encontra. Vamos, portanto, entender detalhadamente cada um deles. Leia também: Por que implementar 5S na minha empresa? Metodologia 5S na prática: senso de utilização (Seiri) O senso de utilização possui, como objetivo, extinguir materiais pouco necessários e manter apenas o que é realmente importante. Por conseguinte, esta etapa verá o quão útil cada processo dentro de uma empresa ou indústria é para a sua produtividade. Portanto, para você colocar esse princípio na prática, é necessário fazer uma divisão entre o que é utilizado com frequência, o que é pouco utilizado e o que não é utilizado em nenhuma situação. Para a primeira situação, em que você usa o material com frequência, você deve mantê-lo por perto, como em uma mesa, gaveta ou no início de um corredor ou estoque. Já no caso contrário, em que é utilizado com baixa frequência, você deve manter esse material longe, como em um armário ou no fundo de um corredor. Para o último caso, você deve descartá-lo. Dessa forma, ter um Mapeamento de Processos bem elaborado se faz fundamental para essa etapa. Aplicando a 5S na prática, em específico esse senso, as empresas podem diminuir as despesas e desperdícios. Além disso, é possível ter um ganho de espaço, reaproveitamento de recursos e aumento de produtividade. Leia também: Processo produtivo: por que entender o da minha empresa? Senso de organização (Seiton) O segundo senso, de organização, define os melhores locais para guardar os materiais de acordo com a sua frequência de uso. As pessoas o confundem, facilmente, com o senso de utilização, mas a distinção é clara. O senso de utilização é o primeiro passo, em que você apenas define o que é utilizável ou não. Já o senso de organização realiza a alocação funcional e estratégica dos materiais para que o mais utilizado tenha um acesso rápido e fácil. Esse passo é muito importante para que, futuramente, todos os funcionários da empresa saibam exatamente onde cada informação ou material se encontra. Além disso, se aplicado corretamente, poderá poupar tempo de busca por informações ou materiais. Portanto, além do ganho de tempo e redução de retrabalho, outros benefícios proporcionados por esse senso são a agilidade na transmissão de informações, diminuição do cansaço e, consequentemente, aumento da produtividade, consequências extremamente positivas vindas da implementação da Metodologia 5S na prática. Um exemplo muito comum é o tempo que muitos funcionários gastam nas empresas procurando por documentos. Deixar todos eles juntos, guardados em um mesmo local e etiquetados com suas finalidades, irá reduzir todo o tempo gasto para procurá-los, sendo possível usufruir desse tempo economizado para realizar outras atividades. Porém, para que isso se mantenha a longo prazo, é essencial manter tudo organizado. Senso de limpeza (Seiso) O senso de limpeza possui o objetivo de deixar os ambientes menos poluídos visualmente, garantindo uma melhor qualidade de trabalho para os funcionários. Para tanto, esse senso preza pela responsabilização de todos os funcionários. Isso inclui ver algo no lugar errado e alocá-lo corretamente, independente de quem tenha bagunçado. Outra ação de grande importância é a eliminação das causas da sujeira, fazendo com que o ambiente se mantenha limpo por mais tempo. A partir disso, diversas melhorias serão vistas no local de trabalho, como a redução dos riscos de acidentes, pensamento de bem estar coletivo e individual e melhores condições de trabalho e higiene para os funcionários. Um caso que exemplifica isso é um estoque em que muitas caixas ficam empilhadas e no meio do caminho. Com isso, os funcionários possuem dificuldades para se movimentarem pelo local e também não conseguem limpá-lo completamente, contaminando os produtos com sujeira. Leia também: Como o Layout da minha empresa pode aumentar as vendas Senso de padronização (Seiketsu) O senso de padronização consiste no estabelecimento de processos para garantir um bom funcionamento da empresa, como auditorias. Ele transforma o programa em uma rotina e facilita sua aplicação. Metaforicamente falando, esse senso serve como um guia e manual para todos os funcionários. Para tanto, é necessário conservar tudo o que foi feito anteriormente. A questão é apenas como. É essencial que todos entendam qual é o padrão de comportamento esperado pelo local e segui-lo. Os funcionários devem compreender que devem seguir as regras e incluí-las na cultura da empresa. Também, devem ser realizados treinamentos com os funcionários para que todos entendam o que é a metodologia 5S, a sua importância e o seu impacto. Assim, saberão como contribuem para manter uma boa convivência e produtividade no ambiente de trabalho. Dessa forma, ter um Planejamento Estratégico bem elaborado se faz fundamental para essa etapa. Essa etapa, por mais teórica que seja, traz também muitos benefícios, como o desenvolvimento do espírito de equipe, um maior entendimento sobre as regras e uma melhoria da imagem da empresa interna e externamente. Leia também: Como o ciclo PDCA pode ajudar a minha empresa Senso de disciplina (Shitsuke) Para finalizar, no senso de disciplina os colaboradores internalizam os 4 primeiros princípios da metodologia 5S para garantir a sua implementação. Assim, o programa fluirá de maneira natural, uma vez que é importante para todos. A partir do momento

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Processo Comercial: 3 passos para um processo efetivo

Ter um adequado Processo Comercial não é uma tarefa fácil. Isso exige de cada integrante de uma determinada equipe de vendas conhecimentos que envolvem métrica, investimentos na compreensão do mercado e resultados. Sem isso, seu time se encontra inconsciente de seu papel na Empresa, o Gestor sobrecarregado, e todo o processo em extrema ineficiência. Então, qual é a solução para todo esse impasse? Você veio ao lugar certo! “Estabelecer metas é o primeiro passo para transformar o invisível no visível”. Essa é mais uma das frases de Tony Robbins, escritor, palestrante e coach estadunidense, cuja qual retrata muito bem o que será discutido neste artigo. Ao levantar pela manhã para ir trabalhar, um bom gestor, ou um membro de uma determinada equipe de vendas precisa ter em mente algumas etapas. Para um melhor entendimento, dividimos essas etapas em 3 passos, que podem ser conferidos logo abaixo. 1º Passo: conheça por Etapas o Processo Comercial Desconsiderando algumas variações devido a diferentes tamanhos, mercados e setores em que atua uma determinada corporação. Aqui estão as partes ou períodos por qual dividimos o método de vendas: A equipe comercial analisa qual produto, e para qual mercado deseja realizar a divulgação dos serviços da empresa. Depois disso, a mesma busca entender se o lead é uma oportunidade real ou não para concretizar um projeto ou venda; Sendo uma oportunidade real, é a hora de envolver o cliente à realidade da empresa e vice versa, fazendo perguntas e apresentando propostas; Até que enfim ocorre a concretização da venda. Sendo assim, definidas as duas etapas é extremamente viável que se determinem duas segmentações ou equipes diferentes para tratar de cada uma delas. Primeira Etapa Para a primeira etapa, que envolve em si a prospecção, o primeiro contato com o cliente e a tentativa de fazê-lo se interessar pelos serviços da empresa é destinada a Equipe de Pré Vendas. Em virtude disso, sendo bem estabelecida a Equipe de Pré Vendas, há uma aproximação maior ao cliente. Tornando-o conectado aos valores da Empresa por meio dos serviços oferecidos. Consequentemente, quando essa Equipe realiza de maneira efetiva seu papel, o comercial da Empresa será absolutamente mais efetivo. Isso tendo em vista a chegada de leads mais qualificados e aptos para acordo. Segunda Etapa Após a primeira etapa e o fornecer de um lead preparado, chega a vez da segunda Equipe. Muito importante para o resultado prático do Processo Comercial, a segunda Equipe é formada por pessoas que entendem dos serviços que a Empresa possui. Concretizando em acordos o processo de análise realizado pela Equipe de Pré Venda. Reconhecendo como equilibrado e definido o papel de cada Equipe para o fluir de toda a corporação. Chegou a hora de falarmos ainda sobre vendas, porém envolvendo o processo de sua abordagem. 2º Passo: encontre o Equilíbrio Ideal na Abordagem do Cliente A Abordagem ao Cliente é algo que, sem dúvidas, têm afligido muitos gestores empresariais. Isso ocorre, principalmente, pois impacta em si os gastos e a gestão de finanças da Empresa. Esse impacto pode ser representado pela métrica CAC (Custo de Aquisição do Cliente), cuja qual nos aprofundaremos sobre posteriormente. Para entendermos melhor como a Abordagem pode ser um entrave na busca pela excelência em Estruturação Comercial, veremos um pouco sobre seus dois ramos: Field Sales (presencial) e Inside Sales (virtual). Field Sales Quando falamos em Field Sales, estamos discorrendo sobre a maneira mais simples, antiga e tradicional de Abordagem. Trata-se, resumidamente, do ato de se encontrar fisicamente com seu lead. Isso é feito na Empresa do mesmo (principalmente quando são necessárias experimentações) ou em um ponto comum como um restaurante, escritório e outros. Como resultado, é gerado maiores confiança e relacionamento com o lead, podendo ser esses fatores fundamentais para a concretização de uma venda. Já por outro lado, esse processo pode ser visto como ultrapassado em determinadas situações. Isso, ao considerar em primeiro lugar os custos gerados com a Equipe de Pré Venda (transporte, estadia, alimentação). Além disso, existem situações onde um simples trocar de mensagens já pode poupar tanto vendedor quanto Empresa de desgastes desnecessários que vão além do financeiro. Desse modo, dá-se abertura à Abordagem virtual. Inside Sales As Inside Sales, como já explícito anteriormente, são maneiras pela qual a Empresa tem contato direto com o lead mesmo que de forma remota. Dentro delas, estão inclusas a troca de mensagens, as chamadas por áudio e também chamadas por vídeo. Elas podem passar uma impressão muito semelhante à uma conversa presencial, embora com custos muito menores por trás. Entretanto, existem situações onde as Inside Sales não conseguem suprir o valor de uma reunião presencial com o lead. São esses, casos onde se necessita de experimentação, com uma inevitável visita ao local onde estão instaladas as atividades do possível cliente. Além disso, há nas reuniões virtuais uma taxa elevada de adiamentos ou cancelamentos. Desse modo, o que teoricamente, serviria para agilizar e baratear os custos de sua Empresa, acaba por servir como bloqueio à tão buscada eficácia em Estruturação Comercial. Portanto, tendo como esclarecidas as necessidades e conveniências de cada ramo de Abordagem, o último passo envolve a parte técnica e estatística de seus negócios. 3º Passo: Use os números a seu favor É inevitável que, após tantos elementos apresentados e discutidos em prol do destaque de sua Empresa, deixemos de lado a tecnologia e seus fatores. À um bom Processo Comercial, os números entram como a “cereja do bolo”. Considerando que o “bolo” já tenha sido praticamente montado nos 2 primeiros passos deste artigo. O fundamentalismo disso está em possuir métricas e indicadores que promovem o avanço das negociações de maneira palpável. Para os que optam por permanecer na adoção do “modo antigo”. A união da capacidade humana, representada por gestores e vendedores, à automatizada análise de dados é a recomendação nesse caso. Desse modo, é dada à toda Equipe a liberdade de fazerem o que sabem de melhor: vender e negociar. Deixando às máquinas o papel de realizar a “fotossíntese” da negociação: elas inspiram vendas e

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OKR, Como Levar Sua Empresa Até Onde Você Quer?

O que é OKR? Primeiramente, OKR (Objectives and Key Results), como o próprio nome sugere, é uma metodologia de rastrear objetivos e resultados-chave de uma corporação. Os resultados-chave são as ações necessárias para o alcance de onde queremos chegar, esse lugar são os objetivos. Vamos utilizar um exemplo?  Uma pequena empresa de produtos hospitalares que deseja inovar e começar a trabalhar com um novo produto. Então, o objetivo dessa empresa pela OKR é: “Lançar um novo produto no mercado.”. O lançamento, é onde a empresa quer chegar, mas o que ela tem que fazer para ir até lá? Essas ações mensuráveis serão os resultados-chave da OKR. Os gestores podem estabelecer, por exemplo: “80% de aprovação do produto no mercado.”; “Fazer ser cinco vezes mais lucrativo do que o atual melhor produto da empresa”. Sendo assim, é importante que sejam todos mensuráveis, isto é, que números e unidades quantitativas sejam demonstrados.  Além disso, outras características muito importantes dos OKRs são a comunicação e o alinhamento. Todos da empresa devem estar conscientes das ações necessárias e o motivo delas existirem. Por isso, é recomendado que os colaboradores da organização, tenham acesso ao crescimento de cada resultado-chave, quanto já foi alcançado e quanto ainda tem que ser trabalhado.  Como a empresa mais conhecida do mundo usou OKR para chegar ao topo. Andrew Grove, engenheiro e empresário estadunidense, criou na década de 70, época em que era presidente da Intel, os OKRs e descreveu-os em seu livro: Administração de Alta Performance. A metodologia foi criada para que a Intel reagisse aos rápidos avanços tecnológicos e as mudanças do mercado, portanto, nasceu o OKRs. Contudo, o modelo só seria apresentado para Sergey Brin e Larry Page em 1998. Com o time de líderes da empresa de Larry e Sergey em volta de uma mesa de pingue-pongue, John Doerr, um dos acionistas mais importantes de risco do mundo, apresentou a metodologia OKR à Brin e Page. Assim, ambos viram potencial no método e começaram a escreverem os OKRs para suas vidas pessoais e para sua empresa, a Google.  Os OKRs eram revisados trimestralmente pela empresa. A empresa que tinha 40 colaboradores, hoje tem 60 mil ao redor do mundo e está em mais de 50 países. Virou até verbo, substituindo “pesquisar”, quem nunca ouviu: “vou dar um google”.  Os colaboradores também devem ter OKRs Individuais  Todos os membros de todos os níveis organizacionais da Google possuem seus próprios OKRs. Os colaborares têm de 4 a 6 metas por trimestre, no final, eles são classificados de acordo com os resultados-chave. Há uma de 0 a 1, porém, engana-se quem espera que o esperado é a nota máxima. O objetivo é a pontuação em volta de 0.6. Portanto, se o membro tem uma nota maior que o esperado, quer dizer que traçou resultados-chave com baixo nível de complexidade e não se desafiou, de outro modo, se não atingiu às expectativas, ficando por volta de 0.4, quer dizer que deve rever suas ações e os pontos de melhoria.  Os colaboradores não devem ter OKRs individuais Você, leitor, deve estar se perguntando o motivo deste subtítulo. Porém, é importante sempre lembrar que não é porque uma empresa fez que dará certo para a sua também! O papel fundamental de um líder é indicar o caminho e ajudar os colaboradores, mas nunca andar ou tomar decisões extremas por eles. Cada empresa tem objetivos e pessoas com motivações diferentes.   Diferente do que acontece na Google, o sueco Spotify, plataforma de streaming de música e podcasts baniu, em 2016, o uso de OKRs Individuais. O motivo? Na verdade, existe mais de um, há três causas. A primeira é sobre a alta volatilidade das OKRs, uma vez que os objetivos da empresa mudam muito rapidamente e os individuais demoram mais para serem realizados. A empresa concluiu que se tornou supérfluo o OKR até o nível individual.  O Spotify cresce exponencialmente, por conta disso, os gestores convergiram e decidiram que o porquê é mais importante do que como. Eles definem as prioridades e a equipe cuida de como irá executar cada serviço, essa foi a segunda causa. Já a última, é que eles dizem, por crescerem muito rápido, é desnecessária a constante alteração nos OKRs, pois demandaria tempo.  Para onde ir? Quando se está perdido, qualquer caminho serve. Esse pensamento dito em Alice no País das Maravilhas é um excelente norteador de negócios. É necessário saber qual é seu objetivo e o que seu empreendimento faz (para responder essa pergunta e outras direcionadas à estruturação existe o Plano de Negócios). (https://liderjr.com/blog/canvas/) Por esse motivo, os objetivos no OKR são traçados antes dos resultados-chave. Primeiro falamos onde queremos ir e, depois, como iremos. Podemos pensar igual quando planejamos uma viagem: não saímos entrando em um ônibus ou avião sem saber seu destino. Primeiramente pesquisamos sobre destinos que nos atraem e, posteriormente, como iremos até lá, onde ficaremos, quantos dias e quanto iremos gastar.  Ademais, vale sempre ressaltar que todos os níveis da empresa estarem alinhados e cientes dos objetivos como um todo é de extrema importância! O propósito e motivos que levaram à criação de cada OKRs devem ser compartilhados, até mesmo para que àqueles colaboradores que estão em maior contato com os clientes vejam se faz sentido. O ambiente na empresa (https://liderjr.com/blog/ambiente-de-trabalho/) e o alinhamento são fatores primordiais para o crescimento o sucesso.  Como colocar o OKR na sua empresa. Como exemplificado no início e mostrado ao longo da matéria, é necessário o alinhamento de todos primordialmente. Para que o OKR traga crescimento e melhora na empresa, os resultados-chave devem estar alinhados com o objetivo e principalmente com o propósito da empresa.  Não é eficaz que esses resultados fiquem restritos apenas aos níveis de líderes e gestores da organização. No método OKR, os key results podem ser apresentados através de gráficos em forma de círculo, para mostrar aos colaboradores como estão em porcentagem de atingir o resultado. Dessa forma, os resultados, diferente do objetivo, necessitam ser numéricos, para poderem ser mensuráveis. Como estabelecer tais

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Negócio sustentável: Como o mapeamento de processos pode me ajudar a ter um?

Ao ler a expressão negócio sustentável, pode haver uma associação quase que imediata com o conceito de ecológico o que acaba por limitar o significado que é tão abrangente. Mas o que é um negócio sustentável? Essa expressão é usada para fazer referência a um negócio em equilíbrio em aspectos ecológicos, energéticos, sociais e também econômicos. Esses critérios fazem referência ao respeito do meio ambiente, com a utilização de recursos que não o agridam nem atrapalhe as relações entre os seres vivos presentes nele, por exemplo, a utilização de embalagens biodegradáveis. Em se tratando de aspectos econômicos do negócio, é essencial conhecer o valor do produto que está sendo vendido, o que deve ser determinado a partir do cálculo em que leve em consideração a receita, os custos, as despesas da empresa e da margem de contribuição que se quer obter, ou seja, o quanto determinado produto “paga as contas” da empresa, conceitos de contabilidade que são importantes para uma boa gestão financeira. Além disso, deve haver conhecimento do mercado em relação aos seus concorrentes, para que o preço o negócio em boas condições para competir com as demais empresas do mesmo ramo. Ademais, para um negócio sustentável, é importante a utilização de fontes de energia renováveis, ou seja, que tem seu ciclo de renovação relativamente curto, de menos tempo que a vida humana, e a otimização de recursos utilizados no negócio, tanto de pessoas como de matéria prima evitando desperdícios. Em indústrias, os termos desperdício e gargalo são bastante conhecidos e quando sua importância é reconhecida dentro da mesma é comumente adotada uma filosofia de gestão denominada lean manufacturing que tem como objetivo identificar e reduzir ou eliminar os sete desperdícios: superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos. Ademais, é caracterizada pela qualidade e flexibilidade na produção. Nesse contexto, o mapeamento de processos é útil para identificar desperdícios em um processo, criando oportunidade de melhoria. Dessa forma, possibilita que a empresa se torne mais eficiente e competitiva no mercado, reduzindo custos desnecessários na produção. Mas o que é mapeamento de processos? O mapeamento de processos identifica uma sequência lógica de atividades e componentes que compõem um processo. Que é uma sequência de ações para atingir um objetivo (e repetido com regularidade). Esse serviço conta com atividades como: compreender, melhorar, documentar, padronizar e melhorar os processos. Dessa forma, o produto é a representação visual do processo. Leia também nosso guia completo de Mapeamento de processos! A representação é feita por fluxogramas, o qual descreve a sequência operacional observada no processo. O que possibilita entender de maneira rápida e fácil como é o fluxo de matéria e informações. Um dois maiores benefícios que pode ser observado é a racionalização do trabalho o que permite a identificação de falhas no processo. Benefícios do mapeamento de processos para a sua empresa Identificar gargalos: partes do processo que não fluem bem e acabam por atrapalhar o desempenho da produção; Delimitar funções: através da simplificação do trabalho é possível melhor definir responsáveis para tarefas; Evitar desperdício de recursos: depois da identificação de gargalos, é possível transformar as atividades envolvidas no processo para que haja um maior rendimento e os custos sejam reduzidos. Padronização das atividades: definição da melhor forma de realizar a tarefa. A fim de fazer com que todos os funcionários realizem da mesma maneira e reduza o tempo de realização e melhore o desempenho na mesma. O mapeamento pode ser realizado com diversos níveis de detalhamento dependendo do objetivo que se quer atingir. Como aplicar o mapeamento de processos na sua empresa? O primeiro passo é definir quais processos serão mapeados já que pode ser inviável ou desnecessário mapear todos eles. Para isso, o ideal é eleger quais processos que se mapeados trarão maiores resultados positivos no cenário geral. A seguir, é necessário construir o mapa do processo contendo as entradas, saídas e atividades que eles contêm além de responsáveis de cada atividade. E é importante ressaltar que devem fazer parte dessa construção funcionários que conheçam as particularidades desse processo e que o vivenciem no dia a dia. Depois, deve ser feita a validação dos mapas feitos para ver se fazem sentido no contexto da empresa e se traduzem a realidade. A partir disso, deve haver a representação do processo de maneira visual e clara para que possam ser analisadas oportunidades de otimização. A representação pode ser feita através de fluxogramas. Conclusão É importante pensar quais atividades geram valor para o cliente e quais atividades não geram valor no produto final. As atividades que não geram valor ou que constituem um gargalo (não são realizadas da melhor forma possível e atrapalham o fluxo) devem ser repensadas. Ou retiradas do processo de modo a atingir o melhor desempenho no processo. Vale ressaltar que após esse processo é necessário realizar o acompanhamento periódico desses processos para garantir que a decisão tomada foi certeira. E caso não for, haver uma nova adequação do processo. Para acompanhar o andamento dos resultados e se certificar do retorno que as mudanças proporcionaram, é indispensável o monitoramento através dos indicadores da empresa. Pode ser feita uma comparação do resultado anterior às mudanças e posterior à elas. Leia nosso ebook gratuito sobre mapeamento de processos! Portanto, evitar desperdícios não é uma tarefa fácil e, com certeza, exige disciplina por parte do gestor para que haja não só a padronização e análise de processos. Mas também o acompanhamento e revisão dos mesmos para garantir que o desempenho melhore no negócio e dessa forma, garantir a competitividade no mercado através da redução de custos provenientes dos desperdícios.

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Método 5S: pequenas mudanças, grandes resultados

“A empresa traz um produto de alta qualidade, inovador e com potencial de crescimento no mercado. Mas infelizmente seu ambiente interno de trabalho é desorganizado, sendo um gargalo para a expansão desse negócio.”Apesar de ser um exemplo hipotético, a descrição acima se enquadra em muitos dos atuais empreendimentos.Se você certamente identificou este problema como presente na sua empresa, leia esta matéria e entenda como o Método 5S pode ajudar a solucionar esse obstáculo. Afinal, o que é o Método 5S? O Método 5S é um método de gestão baseado em 5 palavras japonesas, os 5 sensos: Seiri (senso de utilização), Seiton (senso de organização), Seiso (senso de limpeza), Seiketsu (senso de padronização) e Shitsuke (senso de disciplina), que funcionam de forma integrada e complementar.Resumidamente, esses 5 sensos dizem respeito aos processos que serão aplicados em um ambiente de trabalho a fim de deixá-lo mais harmônico e eficiente.Tais procedimentos são simples e aplicáveis em qualquer empresa com qualquer legislação, porém trazendo imensos resultados. Eles englobam tanto a melhoria das relações humanas presentes, como a praticidade dos meios físicos e digitais utilizados internamente.Explicada a teoria do Método 5S, vamos nos aprofundar mais em cada senso. 1) Seiri – Senso de utilização: Esse primeiro senso diz respeito a análise de tudo o que é utilizado na empresa, de forma a selecionar o que deve continuar presente no local ou não, pensando na importância do objeto ou etapa analisada no decorrer do processo e buscando manter o equilíbrio. Tais utilizações podem ser: materiais, equipamentos, mobílias, ferramentas, dados, etapas produtivas, etc. Para começar a implementação deste senso, podem ser feitas algumas perguntas orientadoras, como: “Isso é realmente útil para a empresa?”, “Em que processo é útil?”, “Já existe algum outro objeto com a mesma função?”, “Podemos eliminar sem causar danos?”. Após a execução do Seiri, temos como alguns dos resultados: redução de custos de estoque, aumento no ganho de espaços, maior clareza do que é utilizado e feito no decorrer dos processos e função dos objetos e etapas. 2) Seiton – Senso de organização: Sequenciando os sensos, o Seiton tem a função de organizar o ambiente de trabalho, deixando-o mais prático e funcional após sabermos o que é útil dentro dele. De forma prática, essa etapa irá alocar os objetos, mobílias, dados digitais, etapas para um local estratégico da empresa, pensando na funcionalidade do dia-a-dia.Para isso, pode se utilizar ferramentas simples, como: etiquetas, post-its, painéis, lousas, quadros, cartazes, aplicativos, tudo que facilite a sinalização do local; bem como mobílias: armários, estantes, prateleiras. Após a finalização desse senso, percebemos uma maior facilidade dos funcionários ao localizar o que precisam, otimizando o tempo e consequentemente os processos. 3) Seiso – Senso de limpeza: Feito os dois primeiros sensos, é possível limpar o local de trabalho, eliminar tudo aquilo que após analisado a utilidade e organizado foi entendido como desnecessário para o andamento da empresa. Neste momento, o raciocínio tende tanto a jogar fora materiais, mover para a lixeira digital dados inúteis, eliminar etapas produtivas que não possuem saída, quanto à limpar a energia do ambiente, excluir todos os fatores que geram atritos e estresses para os funcionários. Entendido o que é a limpeza, é relevante observar que também é preciso entender o que tornava o local sujo, assim é possível eliminar as causas do problema e manter a ordem uma constante. Terminado o Seiso, podemos notar uma queda no número de acidentes de trabalho, da ocupação desnecessária do espaço, em detrimento uma melhor conservação das ferramentas e relações do trabalho. 4) Seiktsu – Senso de padronização: Até esse senso, muitas mudanças importantes foram feitas dentro da empresa, mas como tornar tudo isso constante? Como fazer com que as melhorias do ambiente sejam parte da rotina dos trabalhadores? O Seiktsu complementa o método de forma a trazer uma solução para essa continuidade do sistema, ele transforma a organização da empresa uma constante, estabelecendo regras, lembretes, etc. Com ele, fica perceptível a mecânica das atividades exercidas, trazendo um aumento da produtividade e facilidade do trabalho. 5) Shitsuke – Senso da disciplina: Por último, mas não menos importante, o Shitsuke, senso da disciplina, pois de nada adianta aplicar todos os anteriores, se eles não forem mantidos. Dessa forma, o quinto senso vem como forma de sintetizar todas as ações realizadas até o momento.Entendido todo o processo do Método 5S, vamos para um exemplo prático. EXEMPLO PRÁTICO:Considerando que a empresa hipotética descrita no início da matéria contratou os serviços da Líder Jr. para aplicar o Método 5S, iremos entender como os sensos são aplicados em um segmento específico: arquivos digitais. ● Ao começar o projeto, durante a aplicação do Senso de utilização, foram definidos todos os arquivos que possuíam motivos para ainda estarem salvos e todos que não; ● Então, foi iniciado o segundo senso, o de organização, em que foram criadas pastas nos computadores, alocando os arquivos de acordo com seus respectivos setores. Além disso, os nomes dos arquivos foram alterados, facilitando a localização de cada um; ● Ao aplicar a limpeza, todos aqueles arquivos que não tinham mais funcionalidade para empresa foram excluídos, liberando espaço no sistema e diminuindo a poluição visual; ● Para as pastas continuarem organizadas, foram estabelecidos padrões de nomes a serem colocados ao criar um novo arquivo. Ademais, foi feito um documento explicitando em quais pastas estes devem ser alocados; ● Ao ter tudo organizado, todos os funcionários receberam capacitação para manter a disciplina do local. Percebeu como a aplicação do Método 5S pode ser benéfico para a sua empresa? Contate a Líder Jr. veja na prática o antes e o depois!

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Como fazer: Planejamento Estratégico no pós-crise

Ter um planejamento estratégico para o pós-crise é essencial para aumentar a longevidade do seu negócio. Isso porque um planejamento estratégico é um norte. Você pode encará-lo como a sua bússola ou como o seu mapa. Isso não quer dizer que você vai sempre seguir os caminhos predeterminados, mas você tem clareza de onde quer chegar. Ademais, muitas vezes traçar planos a médio ou longo prazo em um planejamento estratégico é encarado como uma metodologia ultrapassada e engessada.  Sobretudo por hoje estarmos vivemos em um mundo VUCA (acrônimo em inglês para Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo), onde ouvimos falar que startups de sucesso crescem de maneira muito acelerada e, de certa maneira, desorganizada. Em um dia elas estão testando seu modelo de negócios. No dia seguinte, algo acontece no mundo (como a própria pandemia atual) e elas dobram ou triplicam seu faturamento.  É por isso que, para o seu planejamento estratégico pós-crise, você precisa conhecer a metodologia de OKRs! A METODOLOGIA DE OKRs Primeiramente, a OKRs é uma metodologia de gestão mais ágil, mais simples e mais focada em resultados do que as tradicionais. A metodologia de OKRs ficou famosa e se mostrou eficiente por sustentar o crescimento de uma empresa que você deve conhecer e, provavelmente foi a partir dela que você chegou em nosso site: a Google! Assim, a utilização da metodologia de OKRs apoiou o crescimento do Google de 40 funcionários para mais dos 60.000 atuais. A metodologia foi criada pela Intel, e se espalhou para outras empresas do Vale do Silício. Hoje, empresas como Amazon, Spotify, LinkedIn, Microsoft, Walmart e The Guardian (para citar apenas algumas) utilizam OKRs para fazer a gestão da sua estratégia.  Com esses exemplos, a gente se sente mais confiante para realizar o nosso planejamento estratégico pós-crise! Crise econômica: como inovar e vender mais? OKR é mesmo diferente das outras? Ademais, outras duas metodologias bastante difundidas para realizar o planejamento estratégico de empresas são: Balanced Scorecard (BSC) Metodologia criada em 1992, definida por 4 pilares e tendo seu centro na visão da empresa:  Cliente: para alcançarmos nossa visão, como devemos ser vistos pelos nossos clientes? Financeiro: para ter sucesso financeiramente, como nós devemos aparecer para os nossos investidores? Processo internos do negócio: para satisfazer os clientes, em quais processos devemos nos sobressair? Aprendizado e crescimento: para alcançar a nossa visão, como sustentar a habilidade de mudar e progredir? Dessa forma, podemos reparar que essa metodologia, além de não ser simplista, tenta encaixar todas as possíveis vertentes do seu negócio em apenas 4 campos. E sabemos que, na vida real, não é bem assim (principalmente depois de uma crise). Sendo assim, fazer o seu planejamento estratégico pós-crise baseado no BSC pode limitar o seu crescimento e fazer você acompanhar indicadores que não são os essenciais para você. Must-Win Battles (MWB) Metodologia mais recente, criada em 2005, tem um tom mais lúdico e inspirador. Para o pós-crise, um tom motivacional é interessante! Se baseia em definir qual é a “guerra” da sua empresa dentro de um período (para os próximos 5 anos, por exemplo) e, para vencer a guerra, você precisa vencer “batalhas” – pequenos objetivos da guerra destrinchados para períodos menores (anuais, trimestrais etc.). Uma MWB bem feita, precisa seguir 4 passos: Criar um mantra; Definir 3 a 5 MWB; Determinar 1 a 3 motivos para cada batalha; Estabelecer até 3 atividades-chave para o fim. Sendo assim, a MWB tem aspectos parecidos com a OKR, porém, ela assume um aspecto menos pragmático. Vamos logo conhecer as OKRs e entender como fazer o nosso planejamento estratégico a partir dela! A importância da inovação para pequenas empresas O QUE SÃO AS OKRs? Antes de mais nada para começar o seu planejamento estratégico pós-crise, preciso te falar finalmente que OKR é a sigla para Objective (Objetivo) e Key Result (Resultado-chave). Se você analisar um pouco mais, o próprio nome já traz a ideia de simplicidade e essencialismo que a OKR permite: você define um objetivo e quais resultados-chave mensuram o atingimento desse objetivo. Então, alinhado com essa percepção, John Doerr definiu uma fórmula para a construção de uma OKR: Eu vou ____ medido por _____. Ou seja: Eu vou (objetivo) medido por (resultados-chave). Consegue entender como isso explicita o que é realmente necessário no seu pós-crise? OBJETIVO Primeiramente, o objetivo é a frase que deve sintetizar aonde você quer chegar em determinado campo. Sendo assim, um objetivo é uma frase curta, envolvente, de cunho qualitativo e que deve iniciar com um verbo. RESULTADOS-CHAVE (KEY RESULTS) Se os objetivos são a parte qualitativa das OKRs, para termos realmente mais foco em resultados precisamos do quantitativo. Portanto, é aí que entram os resultados-chave. Por isso, os resultados-chave precisam ser quantitativos para poder mensurar se você está chegando no seu objetivo. Sendo assim, para cada objetivo, recomenda-se de 2 a 5 resultados-chave. Como definir metas para que meu negócio tenha sucesso! O INÍCIO DA IMPLEMENTAÇÃO DAS OKRS Antes de tudo vamos iniciar vendo exemplos de OKRs para fixar o conhecimento do conceito: EXEMPLO 1 Objetivo:  – Expandir a operação internacionalmente Resultados-chave: – Conquistar clientes em 5 países – Obter 20% de Market share no México – Faturar R$60.000,00 em vendas fora do Brasil EXEMPLO 2 Objetivo: – Aumentar a eficiência da produção Resultados-chave: – Diminuir em 35% o desperdício da produção – Diminuir em 10% o tempo de produção do produto Y – Reduzir o tempo de setup da produção para 6 minutos – Produzir 95% do produto X no prazo estabelecido Leia também: Como reduzir os gastos do meu negócio? Sendo assim, esses 2 exemplos ajudam a exemplificar como as OKRs podem ser usadas desde o nível estratégico (exemplo 1) – expansão da operação para outros países – até o nível operacional (exemplo 2) – aumento da eficiência no dia a dia da produção. As OKRs te dão a possibilidade de destrinchar de maneira muito clara os objetivos da sua empresa em todos os níveis (partindo da estratégia global para os próximos 5 anos, passando pelo CEO

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3E: guiando uma estratégia

1. Sobre a 3E Sediada em Campinas/SP, a 3E Unicamp é a mais antiga empresa júnior de Engenharia Elétrica do Brasil e em 2020 completou 30 anos de história. A mesma foi fundada com o propósito de melhorar a formação dos estudantes e além disso oferecer soluções na área as pequenas empresas. Atualmente a empresa tem como objetivo se tornar uma empresa de alto impacto até 2022. Dessa forma apresentando melhores resultados para seus clientes e contribuindo para o progresso do Movimento Empresa Júnior. Para saber mais sobre o Movimento Empresa Júnior acesse: https://liderjr.com/blog/7-motivos-para-contratar-uma-empresa-junior/. Dessa forma, o amplo portfólio da empresa visa contribuir para o desenvolvimento da área elétrica e de protótipos. 2. O Desafio Sabe-se que a escolha, aplicação, monitoramento e sequenciamento de uma estratégia é complexo e às vezes confuso, ainda mais quando não há um domínio básico sobre o assunto. Entretanto, a estratégia é o guia de da organização e o planejamento da mesma é imprescindível para o crescimento saudável da empresa. Dessa forma, a Júnior Estudos EletroEletrônicos (3E) precisava cessar problemas que impediam o desenvolvimento constante da empresa; como por exemplo, estruturação de objetivos e métricas, alcance de metas, motivação e união dos membros, além disso a constância em resultados. Com isso, a Líder Jr. se comprometeu a estruturar a estratégia para 2020 através de um Planejamento Estratégico (PE). Para solucionar esse desafio assim foram elaborados materiais de apoio para acompanhamento e atualização da estratégia em 2020 e nos anos subsequentes, tais como: Manual sobre o que é um PE: Esse manual teve a finalidade de preparar os membros da empresa para o momento de construção junto com a equipe da Líder Jr. Como acompanhar e atualizar os resultados: Posteriormente construírem as metas, os membros puderam conhecer técnicas de atualização dos resultados. Planos de ação: Ações necessárias para alcançar os resultados desejados.Para saber mais, acesse: https://liderjr.com/blog/indicadores-e-estrategia/ Assim sendo, ao final do projeto, como resultado, a Líder Jr. entregou além da estratégia completa para o ano de 2020 em um manual para apresentação e materiais de apoio supracitados, uma planilha automatizada e personalizada para a mensuração, acompanhamento e atualização dos resultados das metas estratégicas, táticas e operacionais. 3. Impactos e Resultados Portanto, com a solução completa elaborada e proposta pela Líder Jr. a partir de conhecimentos estratégicos, a 3E possui um direcionamento para suas ações e crescimento saudável em 2020. Além disso, a estratégia inicial, com o atual cenário da crise mundial do Corona Vírus, a Júnior Estudos EletroEletrônicos pode transformar facilmente suas ações para um novo objetivo.

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Leal Dutra C&C: A Importância do Layout

1. Sobre a empresa A Leal Dutra Casa e Construção é uma loja especializada na venda de materiais de construção localizada em Divinolândia. Há mais de 15 anos no mercado, o estabelecimento é referência em sua região por conta da quantidade de opções de materiais para a compra e qualidade no atendimento.  2. O Desafio da Leal Dutra Segundo a Nielsen Media Research, 70% das decisões de compra ocorrem dentro da loja (PDV). Dessa forma, percebe-se a importância de um layout bem planejado e que chame a atenção do seu consumidor por meio da beleza arquitetônica. Dessa forma, tendo a importância do layout da loja em mente, nosso cliente entrou em contato com a Líder Jr. para que realizássemos o Rearranjo de Layout da sua loja de materiais de construção. Aceitando o desafio, os objetivos do projeto são: o aumento do número de vendas, aumento da satisfação dos clientes e promover um ambiente mais organizado.  3. Conhecimentos utilizados no projeto O Projeto teve duração de 11 semanas, ocorrendo da seguinte forma: 3.1 Coleta de dados Primeiramente, tivemos a etapa de coleta de dados, onde coletamos todos os dados necessários para a execução do projeto. Dentre eles, podemos citar: planilha com o histórico de vendas da loja, lista de produtos vendidos, medidas dos produtos e gôndolas, percepção dos funcionários com relação ao layout atual da loja (pontos positivos e negativos) por meio de um formulário online e planta atual da loja. Logo, essa etapa foi de suma importância para compreendermos a realidade da loja e identificássemos outros pontos de melhoria além dos já identificados no diagnóstico. 3.2 Setorização  Analisamos a planilha contendo todos os produtos vendidos da loja e os classificamos de acordo com suas funções. De modo que, produtos com funcionalidades semelhantes foram agrupados em setores iguais. Esse agrupamento denomina-se Setorização. A Setorização é de suma importância por conta de sua organização extremamente intuitiva, ou seja, fica muito mais fácil para os clientes identificarem o local dos produtos, garantindo um processo de compras mais ágil. 3.3 Análise do Volume de Vendas e Diagrama de Pareto Nessa etapa, identificamos os 20% dos setores responsáveis por 80% do volume de vendas da loja. Esses setores, por conta do grande fluxo de compras, foram separados de modo que ficassem o mais distante possível (para evitar aglomerações) e, ao lado deles, colocamos setores de baixo volume de vendas para aumentar a probabilidade de compras por impulsos nesses setores. Contudo, esse não foi o único fator responsável pela alocação dos setores. Também foi levado em consideração a beleza arquitetônica do setor e sua relação (em questão de funcionalidade) com os setores próximos; 3.4 Elaboração do Novo Layout da Leal Dutra  Elaboramos o novo layout da loja levando em consideração os fatores mencionados no tópico acima, assim como os melhores locais para expor a beleza arquitetônica de certos produtos (pisos por exemplo), relações de funcionalidade entre diferentes setores de modo a estimular a compra por impulso e a jornada de compra do cliente. Por fim, como um bônus, a equipe construiu placas para sinalização dos setores elaborados para serem colocadas dentro da loja. Ao final do projeto, foi entregue um relatório final contendo todo o planejamento por trás do novo layout, justificando os novos locais das gôndolas, setores e balcões. Ademais, entregamos o novo layout em 2D (em AutoCAD) e em 3D (planta realizada no SketchUP). 4. Resultados Por fim, com as estratégias aplicadas, espera-se que a Leal Dutra Casa e Construção atinja os objetivos definidos no início do projeto: o aumento do número de vendas, aumento da satisfação dos clientes e promover um ambiente mais organizado.

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