Otimização de Processos

Acreditação: benefícios com um mapeamento de processos

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) é uma entidade privada que surgiu em 1999, no intuito de coordenar o Sistema Brasileiro de Acreditação. Ao todo, cerca de 955 instituições foram acreditadas no período entre 1999 e 2013, sendo assim a ONA a maior e mais importante acreditação existente. Segundo o próprio site da ONA: “A Acreditação é um método de avaliação e certificação que busca, por meio de padrões e requisitos previamente definidos, promover a qualidade e a segurança da assistência no setor de saúde”. Assim, para ser acreditada, a organização precisa comprovadamente atender aos padrões definidos pela ONA, reconhecidos internacionalmente.” Quais os benefícios de possuir uma certificação ONA? Dentre os principais benefícios de possuir uma certificação ONA, podemos citar: Garantir maior segurança para pacientes e funcionários; Maior qualidade no atendimento; Implementação da melhoria contínua dentro da instituição; Melhoria no gerenciamento da unidade; Ou seja, certificar a qualidade do seu serviço é mais do que mostrar ao cliente que você se preocupa em prestar um atendimento de alto nível a ele. Além disso, a ONA também ajuda as instituições de saúde a atuar com mais segurança nesse campo de atenção com a qualidade de vida da população, trazendo resultados visivelmente significativos para os pacientes, diminuindo tempo de espera e atendimento, números de erros durante o atendimento, etc. Quais instituições podem obter essa certificação? Portanto, a acreditação ONA é utilizada para mensurar e garantir a qualidade dos serviços de saúde realizados para a população. Dessa forma, alguns exemplos de organizações que podem obter essa certificação são hospitais, ambulatórios, laboratórios, clínicas de saúde, entre outros. Níveis de Acreditação ONA e Requisitos Com o intuito de avaliar a melhoria contínua e nos processos da organização, a Acreditação ONA é dividida em 3 níveis: Acreditação ONA Nível 1 – Acreditado Organizações acreditadas nesse nível oferecem os requisitos legais e técnicos mínimos considerados pela ONA essenciais para a existência do negócio. Como por exemplo: Identificação dos requisitos legais e técnicos mínimos para a existência no negócio; Identificação da cadeia de valor e processos-chave; Mapeamento e padronização dos processos primários e de apoio; Identificação dos riscos e definição de mecanismos de controle; Elaboração do Plano de Objetivos e Metas Organizacionais; Ficha de indicadores básicos de qualidade e segurança; Protocolos clínicos conforme perfil. Acreditação ONA Nível 2 – Acreditado Pleno Assim, organizações acreditadas no nível 2 são capazes de apresentar mecanismos de controle para os processos descritos, além de um melhor gerenciamento dos resultados e de um programa de educação continuada e melhoria dos mesmos. Acreditação ONA Nível 3 – Acreditado com Excelência Organizações acreditadas no nível 3 possuem a capacidade de gerenciar o desempenho de toda organização, possuem um cronograma para análise crítica dos processos e conduzem um programa para criação de projetos e melhorias nos processos. Assim, tais organizações se caracterizam por oferecer um serviço completo em qualidade. O que é o Mapeamento de Processos? O mapeamento de processos envolve a descrição e identificação de uma sequência lógica de como as atividades se relacionam dentro de um determinado processo. Existem diversas técnicas e metodologias para tal, contudo, todas ilustram o fluxo de materiais, pessoas ou informações que ocorrem dentro de um determinado processo. Baixe nosso e-book gratuito sobre Como realizar um Mapeamento de Processos na sua empresa! Quais os benefícios de se realizar um mapeamento de processos? Ao realizar um mapeamento de processos, será possível: 1. Compreender os processos de forma mais clara Ao realizar o mapeamento, criação e descrição dos fluxogramas, cada atividade será facilmente visualizável e também será possível entender sua importância dentro de determinado processo. Ademais, somado a isso, também será possível determinar a finalidade de cada processo: Por que determinado processo acontece? Por que ele agrega valor para o seu negócio? Saiba mais em Processo Produtivo: por que entender o da minha empresa? 2. Melhorar os processos A visualização clara do sequenciamento de atividades no fluxograma torna possível que cada atividade possa ser colocada em xeque como tentativa de aprimorar o processo. Nesse sentido, atividades desnecessárias ou que consomem muito tempo poderão ser excluídas ou repensadas de tal forma que o processo seja otimizado; 3. Padronizar os processos Além disso, ao documentar cada processo, esses poderão ser utilizados para capacitação de colaboradores de modo que seja possível garantir que cada processo seja realizado da melhor maneira possível ou da maneira que está documentado. Controle mais preciso O mapeamento de processos proporciona maior visibilidade e padronização dos procedimentos. Dessa forma, será possível ter uma maior previsibilidade dos resultados de cada processo por meio de um controle de atividades realizado pelos gestores. Mensurar o desempenho dos processos Logo após os processos serem padronizados, será possível medir o desempenho de cada processo e tomar planos de ação necessários para controlar esse desempenho. Portanto, se cada colaborador executasse uma determinada atividade da sua maneira, os indicadores sofreriam distorções, o que tornaria o controle muito mais complicado. Saiba na prática como a Clínica Bozelli alcançou a certificação ONA! Como o Mapeamento de Processos pode auxiliar na conquista de uma acreditação? Para organizações de saúde que buscam o certificado e alcançar o nível 1 da acreditação ONA, o mapeamento de processos é uma alternativa para cumprir alguns dos requisitos necessários. Ao estudar cada sequência lógica das atividades dentro de uma organização de saúde, poderão ser definidos os processos-chave dela, assim como poderá ser realizado a padronização dos processos primários ao realizar os fluxogramas e utilizá-los para capacitação dos colaboradores. Além disso, ao tornar visualizável cada atividade dentro de um determinado processo, poderão ser levantados os riscos para a execução da mesma e definir os mecanismos de controle para esses riscos. Portanto, somado a isso, ao evoluir para o nível 2 e 3 da acreditação e possuir os processos padronizados, o mapeamento de processos contribui para a mensuração de resultados, tornando possível uma análise crítica dos processos de forma que esses possam ser otimizados. Agora que você já entendeu a importância de uma acreditação para sua clínica, que tal conquistar uma para seu negócio e comprovar a

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Controle de estoque: como fazer na minha empresa?

O controle de estoque tem um papel fundamental para o sucesso da empresa, ainda mais em época de crise. Dessa forma, você precisa estar atento às suas mercadorias, para descobrir se haverá uma queda no giro do estoque. E qual será o comportamento de compra de seus clientes. Para assim, adaptar sua empresa para a inovação do mercado e conhecer ao todo como seu estoque funciona.  Veja nesta matéria as mudanças de hábito que houve devido ao isolamento social. Logo, um bom controle de estoque passa por equilibrar compras, armazenagem e entregas, controlando as entradas e o consumo de materiais, movimentando o ciclo da mercadoria. Ademais, deve-se ter como objetivo um prazo de pagamento dos fornecedores compatível com os recebimentos dos clientes. Controle de estoque: 5 passos para realizá-lo 1. Classifique o seu estoque A classificação de mercadorias/produtos é uma separação dos itens por famílias ou grupos. Recomenda-se um tipo de classificação simples. Como por exemplo, a de separação por finalidade do uso dos itens como matéria prima, bens para varejo ou consumo interno da organização. Neste caso, em matérias primas podem entrar todos os materiais que requerem alguma transformação antes de serem comercializados. Seja para a montagem ou industrialização do produto final. Além disso, a Curva ABC, é um modo de classificação do estoque. Conhecida  também como Teorema de Pareto. Na logística é empregada no controle de estoque para classificar e identificar a quantidade dos produtos e quais deles mais contribuem no faturamento ou que têm maior fluxo de movimentação. Alguns produtos são mais importantes que outros e, por isso, precisam de maior atenção. Pode ser feita a separação dos itens no estoque seguindo algum critério. Como giro do produto, proporção sobre o faturamento, margem de lucro, custo do estoque ou outro parâmetro escolhido. O termo ABC consiste em classificar os itens em 3 faixas: A Classe A possui 20% dos itens representam 80% do valor do estoque; Classe B: 30% dos itens representam 15% do valor do estoque; E a Classe C possui 50% dos itens representam 5% do valor do estoque. Leia sobre o papel da gestão de estoque na minha empresa Já o grupo de bens para varejo ou produtos acabados são itens que não requerem transformação, ou seja, chegam prontos para serem revendidos. Bem como, a ligação direta é com a demanda do comércio, tendo a empresa sempre manter um estoque mínimo. Sem deixar de se atentar para a não acumular mercadoria. E por fim, o grupo de suprimentos para consumo interno, que geralmente segue uma demanda pré-fixada, com compras rotineiras e com frequência estipulada. 2. Manter controle total sobre o estoque Embora esse item pareça óbvio, há muitos casos de empresas com falta de controle dos valores por item vendido. Porém, esse item é fundamental para ser possível visualizar a lucratividade por material. Bem como analisar a viabilidade de ter ou não tal mercadoria no catálogo de produtos comercializados. Leia também sobre como precificar os produtos da sua empresa corretamente 3. Inventário e revisão do estoque Primeiramente, é recomendado que regularmente a empresa faça o levantamento de itens em estoque. Com objetivo de bater a quantidade controlada financeiramente com o estoque físico de itens. É comum que as empresas conciliam para fazer o inventário no final do ano contando todos os seus produtos físicos. E portanto, certificando-se de que ele coincide com o que está nos livros ou sistema. Quando você possui um sistema de inventário sólido, você saberá exatamente quantos produtos você possui. E com base nas vendas, você pode projetar quando vai acabar e certificar-se de suprir a necessidade no tempo necessário. Ficou alguma dúvida? Agende um diagnóstico gratuito Além disso, o inventário rotativo  também é uma opção bastante utilizada. Consiste em um processo de recontagem física e contínua de todo estoque, é necessário que essa contagem tenha uma cadência pré-determinada. Por exemplo, diário, semanal ou mensal de forma organizada em ciclos de acordo com a demanda dos produtos de um negócio. Ou até mesmo de um setor de produtos pré-determinados. Com isto, corrige erros similares ao inventário geral, porém com algumas vantagens, pois é preciso ter precisão maior de estoques. 4. Controle financeiro do estoque O controle financeiro do estoque nada mais é do que o acompanhamento regular de tudo que é comprado e vendido. Nesse caso, para um controle financeiro íntegro é necessário ter o custo efetivo de cada entrada. Assim como também o custo médio de todas as mercadorias. Leia também sobre como organizar e reduzir os custos da minha empresa 5. Controlar o giro de estoque É necessário para fazer o controle do giro de estoque ter acesso a todos os controles de movimentação das mercadorias. Desse modo, é possível saber exatamente quanto tempo cada item demora para sair do estoque, identificar os itens com maior volume de movimentações, etc. Leia sobre o guia básico da previsão de demanda Portanto, incluir o controle do giro de estoque vai permitir que a empresa tenha o acesso para definir pontos de compras, quantidade de estoques mínimos para cada tipo de item, compras médias, entre outros. Todas essas definições possibilita um controle mais eficaz das compras, trazendo uma série de vantagens para a empresa.  A importância da tecnologia e da automatização Em suma, ciente do grau de controle do estoque, detalhe que a operação exige e do impacto que falhas podem gerar. Você já deve estar convencido de que é fundamental adotar um software de controle para a gestão do estoque. É praticamente impossível obter eficiência no controle de estoque por meio de instrumentos analógicos ou programas domésticos de planilhas. Portanto, todos os itens devem estar eletronicamente registrados. E sua localização no almoxarifado deve estar anotada no programa, para evitar perdas e facilitar a rastreabilidade. Leia mais sobre as vantagens de se obter um software automatizado para seu controle de estoque. A automatização do gerenciamento garantirá a execução das tarefas de controle de estoque para que o almoxarifado esteja dentro do planejado. Um sistema tecnológico também reduz as chances de

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Kaízen: o que é e como aplicar no meu negócio?

Porém, nem sempre a solução desses problemas é algo tão óbvio. Logo, quando solucionado, é um grande avanço para essas empresas, sendo considerado uma mudança quase que revolucionária. Quer saber como inovar na sua empresa durante o contexto atual? Leia mais em Crise econômica: como inovar e vender mais? Mas quem são as pessoas das empresas que percebem esses problemas? E a resposta também é simples: todos aqueles que fazem parte da empresa. Nenhuma empresa é perfeita. Sempre existirão problemas. O grande gatilho é perceber que eles existem e precisão ser solucionados. Problemas estes que, muitas vezes, têm grande impacto na produtividade mas não são observados pela gerência. Entender os problemas, é a primeira etapa para conseguir solucioná-los, mas só é possível ter compreensão sobre os mesmo, quando se tem uma visão geral de como e onde eles acontecem. Para isso é necessária uma cultura em que incentive seus membros a solucionar problemas, assim como identificá-los. O que é Kaízen? Kaízen é a metodologia que tem como função identificar problemas, assim como buscar a sua solução. O kaízen é uma das práticas de melhoria contínua, onde é instaurado uma filosofia dentro da organização para que justamente os funcionários tenham essa visão mais crítica sobre os problemas relacionados a sua área de atuação, sendo possível identificar os problemas e mapeá-los de uma maneira estratégica a fim de resolvê-los. Mas como implementar o Kaízen em minha empresa? É muito difícil implementar uma cultura organizacional em uma empresa. Ainda mais, uma filosofia que precisa ser constante para seu funcionamento. Para isso separamos alguns pensamentos que são interessantes para entender o kaízen e torná-lo mais fácil para todos. Quer ajuda para entender os problemas da sua empresa? Learning from mistakes Erros e falhas são recorrentes em todos os processos produtivos, podendo ser até erros mais comuns ou mais esporádicos. Entenda um pouco mais sobre processo produtivo e como otimizar o da sua empresa em O mapeamento de processos e sua necessidade! Porém, não podemos ignorar nenhum dos dois e sim, identificar onde, como e por que acontecem, para que enfim, conseguirmos pensar em formas de solucioná-los. Learning by doing A forma mais fácil de entender essa frase é: aprender fazendo. Ou seja, sempre que houver alguma dificuldade a ser enfrentada, é necessário uma discussão e um plano de ação para tentar resolvê-la. Assim, mesmo que não resolva na primeira tentativa, a tentativa continua sendo válida, já que está guiada pelo propósito de resolver aquele problema. Tornar visível o erro para todos Uma das culturas mais necessárias para o bom funcionamento de kaízen é a transparência. Com ela, é possível identificar os erros de todas as partes da organização. Logo, o erro se torna da organização e não somente de uma área especifica, virando uma responsabilidade de todos, solucionar o problema. Incentivar discussões Todos os funcionários são passíveis de encontrar uma solução para o problema. Às vezes, uma ideia brilhante se origina das fontes menos inesperadas e para isso os funcionários não podem ter medo de arriscar, muito pelo contrário, tem que ser incentivados a arriscar, ganhando até mesmo recompensas. Dessa forma, todas as discussões precisam ser guiadas em solucionar os problemas e para isso, é necessário que algumas perguntas sejam respondidas para que a sugestão seja incisiva. O que queremos melhorar? Como saber se melhorou? Quais ações podemos tomar? São alguns exemplos de perguntas que tem de ser resolvidas. Por fim gostaríamos de apresentar mais uma ferramenta para garantir a melhoria de seus processos produtivos. O ciclo PDCA ajudando o Kaízen A ferramenta é o ciclo PDCA e está totalmente ligada a filosofia que prega o kaizen. O PDCA é uma abreviação para 4 palavras: Plan: Se baseia em planejar as melhorias antes da aplicação, para que exista uma espécie de estratégia para a ação que será realizada, a fim de garantir sua eficiência; Do: É a parte onde acontece a aplicação daquilo que foi planejado, é umas das principais etapas onde serão observados a efetividade do que foi planejado; Check: Com a implementação surgiram erros, logo é necessário mapear esses erros e pensar em planos de ação afim de solucioná-los; Act: Arrumar os erros que surgiram com a sugestão propostas. Dessa forma, a ferramenta se chama ciclo PDCA, justamente pela forma que funciona, é um ciclo logo não tem fim. A qualidade sempre pode ser melhorada, então é possível aplicar esse ciclo “n” vezes até que se chegue na qualidade desejada.

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O mapeamento de processos e sua necessidade

Vamos pensar, a água não é simplesmente colocada em uma garrafa e servida, ou mesmo o plástico já não tem a forma de garrafa desde sua origem. Existem diversos problemas que são originados pela desordem em algum processo. Sempre que ocorre um erro em uma indústria, o responsáveis em arrumar tem de entender como é o funcionamento daquele processo, muitas vezes sem mesmo fazer parte do mesmo. Ao invés de arrumar erros há também a possibilidade de incrementar processos. Garantir o bom rendimento de um processo tem muito haver em diminuir seus desperdícios. Ao entender como um processo funciona é possível identificar gargalos e pontos de melhoria que são capazes de aumentar significativamente a produção. Mas enfim, porque é importante entender que tudo é formado por processos? Uma empresa que produz garrafas de água mineral, requer de diversos processos em funcionamento para conseguir atender a demanda e ainda garantir a qualidade do produto. Porem se esses processos não estiverem de acordo pode se prejudicar a produção e consequentemente afetar a qualidade e a quantidade produzida. Leia também sobre processo produtivo: por que entender o da minha empresa? Garantir que esses processos estejam devidamente em funcionamento não é uma tarefa fácil quando não se sabe ao certo quando uma atividade faz parte de um processo ou de outro. Mas como assim faz parte de um processo ou de outro? Como foi dito anteriormente processos são “atividades realizadas com um determinado propósito”, podendo citar o exemplo de engarrafamento da água, a água não pode ser engarrafada sem com que a água seja tratada, nem mesmo ser distribuída sem que tenha sido engarrafada. Processos tem uma determinada ordem, e contam com atividades a serem feitas dentro dos mesmo para garantir que ele cumpra um determinado objetivo, como por exemplo engarrafar a água após seu tratamento. Como elas conseguem garantir o bom funcionamento desses processos? Todas as empresas de grande porte se utilizam de uma artimanha denominada Mapeamento de Processos. Tal ferramenta consegue como diz o próprio nome mapear os processos de maneira que eles fiquem visuais e intuitivos aos olhos da gerência e dos funcionários, tornando assim possível fazer alterações e ajustes quando necessário. Veja também como a falta de estoque gera perda de clientes Deseja gerir melhor seus estoques? O mapeamento de processos se baseia em observar as atividades que são exigidas em cada processo, entender o como elas se relacionam, e por fim tornar possível a compreensão de todos, tornando mais visual e intuitivo, assim qualquer um pode entender como o processo funciona. Mas, quais os benefícios que o mapeamento de processos traz? Com um mapeamento de processos é possível: Identificar gargalos; Traçar fronteiras entre os processos; Mensurar a efetividade de um processo; Padronizar o trabalho. Leia também sobre o mapeamento de processos e a indústria 4.0 Identificar gargalos Com a identificação de cada processos é possível notar desperdícios. Uma vez que um processo acontece as atividades que fazem com que ele aconteça agem seguindo um determinada ordem, mas essa ordem é realmente a melhor? Ou mesmo, todas essas atividades são necessárias? Há desperdícios? Todas essas perguntas se tornam passiveis de resposta uma vez que o mapeamento de processos torna viável a identificação de todas as atividades relacionadas. Sendo assim, qualquer um ao se deparar com o fluxograma consegue entender o funcionamento e propor melhorias. Leia mais sobre como o ciclo PDCA pode ajudar a minha empresa Traçar fronteiras entre os processos É interessante traçar fronteiras entre os processos para justamente delimita-los. Logo, é possível identificar as atividades que fazem parte de cada processo, tornado viável realizar manobras dentro dos mesmos. Voltando ao exemplo da empresa que produz garrafas de água mineral, não necessariamente uma atividade é necessária para realizar a outra, vamos supor que ocorra um problema na produção de garrafas, não necessariamente o tratamento de água tem de ser parado simultaneamente pois são processos diferentes. Enfim, torna viável a gerência organizar da maneira mais efetiva e lógica os processos realizados dentro de uma empresa/indústria.  Mensurar a efetividade de um processo Chegamos enfim ao ponto mais interessante para muitos do mapeamento de processos, mensurar a efetividade. Como isso ocorre¿ Ao mapear um processo é possível notar o tempo necessário para se transformar uma “matéria prima” em um produto desejado, logo, é possível fazer mensurações que relacionam as atividades que ocorrem dentro de determinado processo para fazer ajustes e melhorias que garantam sua maior efetividade. Leia também sobre como definir metas para que o meu negócio tenha sucesso  Padronizar o trabalho Não há dúvidas que a padronização do trabalho é sinônimo de efetividade. O fordismo exemplifica muito bem essa teoria. Mas então como é possível padronizar o trabalho¿ Ao mapear um processo pode-se identificar quais são as atividades necessárias para que ele ocorra assim, garantir que essas atividades aconteçam de maneira padronizada quando possível. Fazendo com que assim, os processos sejam efetivos e ocorram de maneira semelhante sempre que o processo precise ocorrer. Veja como mapear os processos de sua empresa Enfim, existem diversas vantagens em se realizar uma mapeamento de processo que não foram citadas. Ficou curioso entre em contato ou veja mais algumas de nossas matérias.

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Como o ciclo PDCA pode ajudar a minha empresa

Nesse sentido, é comum que em tempos de crise as empresas queiram se diferenciar, busquem por alternativas que otimizem seus processos. Tendo em vista, reduzir custos, aumentar seu lucro e aumentar o bom relacionamento com seus clientes. Entretanto, quando se trata de aperfeiçoamento de gestão, é muito importante desenvolver um bom planejamento estratégico. Desse modo, o PDCA se torna uma ótima opção para uma execução eficaz e contínua do planejamento estratégico, visto que é uma ferramenta usada por gestores do mundo todo. Mas então, o que é ciclo PDCA? Para que ele serve? Como posso aplicá-lo em minha empresa? O que é ciclo PDCA? Antes de tudo, o ciclo PDCA é uma metodologia interativa, criada no século 20 por Walter Andrew Shewart, um físico conhecido por ter sido o pioneiro no controle estatístico de qualidade. Entretanto, o método só foi popularizado mundialmente na década de 50, pelo professor americano William Edwards Deming. Além disso, é usado para controlar e melhorar processos e produtos, o ciclo PDCA possui esse nome devido aos nomes em inglês de cada etapa que o compõe: P (plan) = Planejar. D (do) = Fazer ou executar. C (check) = Checar ou verificar. A (act ou adjust) = Agir de forma a corrigir erros ou falhas. Esses são os 4 passos do ciclo, sendo comum começar pelo planejamento. Mas é claro que, dependendo dos objetivos de quem o está usando, existe a possibilidade de variações, pulando uma etapa ou dando início por outra. Desse modo, a metodologia PDCA é mundialmente utilizada por inúmeras corporações, que visam ter um controle mais eficiente de processos e atividades, sendo eles externos ou internos, minimizando as chances de erros na tomada de decisões e padronizando informações de relevância. Como o próprio nome já diz, o PDCA é um ciclo. Sendo assim, é importante que sua aplicação se torne um hábito, garantindo a excelência em seu uso e objetivando sempre a melhoria contínua. Entenda como aplicar a metodologia 5S na minha empresa Como posso aplicar o ciclo PDCA na minha empresa? Como visto anteriormente, o ciclo PDCA segue uma ordem de execução e, para aplicar em sua empresa, é importante seguir cada etapa com atenção. Veja como aplicar: Planejar É essencial para o ciclo PDCA que um projeto seja bem elaborado, pois evita futuras falhas e o desperdício de tempo. Da mesma forma, o planejamento permite levantar e analisar informações, para estabelecer objetivos e metas, definindo qual o melhor caminho para atingi-los. Assim como, é importante ressaltar que o planejamento deve estar alinhado com a missão, visão e valores da empresa. Leia mais sobre como definir metas para que meu negócio tenha sucesso Fazer Posteriormente, feito um planejamento elaborado e cuidadoso, é hora de executar. A fase de execução é uma das mais importantes, sendo subdivida em outras 3 etapas: Capacitação de quem realizará o projeto; Realização da execução; Coleta e documentação de dados para uma posterior avaliação. Mas, lembre-se sempre de não pular etapas ou improvisar, para não comprometer o desempenho do ciclo. Leia também sobre 6 dicas para um home office eficiente Checar Essa é a etapa de verificação e comparação de tudo que foi planejado e executado. Para identificar brechas e garantir um bom funcionamento do ciclo, a checagem pode e deve ser feita de duas maneiras: No mesmo momento em que o plano é elaborado, avaliando se o trabalho está sendo feito corretamente, e também após a execução, para fazer uma análise estatística completa, identificando possíveis ajustes. Se os resultados não forem satisfatórios, é recomendado que se retorne à etapa de planejamento. Leia também sobre indicadores: como acompanhar a estratégia da minha empresa Agir e corrigir Na última etapa, reflete-se como será a divulgação dos resultados e como serão aplicadas ações corretivas aos problemas encontrados, podendo ser subdividida em duas etapas: Padronização do que deu certo, feito a partir da revisão dos dados documentados que descrevam os processos (padrões) e a conclusão, unindo os membros do projeto para refletir sobre os resultados, documentando o que deu e o que não deu certo, registrando o aprendizado do grupo para pensar em planos futuros. Essa etapa é, simultaneamente, o fim e começo, pois depois do entendimento do que causou os erros anteriores, todo o ciclo PDCA deve ser refeito com novas diretrizes e parâmetros. Leia mais sobre o ciclo PDCA e sua importância aplicado a produtividade na indútria brasileira Pontos que devem ser evitados Fazer sem planejar; Definir metas sem métodos para atingi-las; Não capacitar a equipe antes da execução; Fazer e não checar; Não corrigir pequenos erros; Completar o ciclo PDCA apenas uma vez. “Quando você melhora um pouco a cada dia, coisas grandes começam a ocorrer. Não procure por melhoras rápidas e grandiosas, busque uma pequena melhoria, um dia de cada vez. É o único modo para que aconteça – e quando acontece, dura.”  – John Wooden

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Clínica Bozelli – Como alcançaram a certificação ONA

1. Conhecendo a dor do cliente Com o intuito de aprimorar os processos já existentes, manter a certificação ONA Nível 1 que alcançaram e buscar a certificação Nível 2, a Unidade Einstein Clínica Bozelli de Sorocaba entrou em contato conosco por meio da recomendação da Brasil Júnior. Dessa forma, a Clínica possui como foco o atendimento para crianças e o desenvolvimento das mesmas, possuindo diversas especialidades em seus serviços. Somado a isso, oferecem um atendimento e tratamento humanizado e de alta qualidade para cada paciente que se junta a eles. 2. O que é o Mapeamento de Processos? Essencialmente, o mapeamento de processos envolve a descrição e visualização de como as atividades se relacionam umas com as outras dentro de um determinado processo. Diante disso, existem diversas técnicas e metodologias para o mapeamento de processos, contudo, todas ilustram o fluxo de materiais, pessoas ou informações que percorrem durante um determinado processo. Logo, a visualização clara do sequenciamento de atividades dentro do fluxograma possibilita que cada atividade possa ser colocada em xeque como tentativa de aprimorar o processo. Por exemplo, operações muito complexas, gargalos, falhas de integração, tarefas de baixo valor agregado, retrabalhos e excesso de documentação são exemplos de possíveis pontos de melhoria dentro do processo. 2.1 Desenvolvimento Assim, o projeto teve duração de aproximadamente 2 meses contando com uma equipe interna extremamente dedicada. Portanto, durante a execução do projeto, foram realizadas diversas reuniões e entrevistas com o intuito de validar todas as entregas parciais do projeto. Dessa forma, a entrega final atenderia totalmente às expectativas do cliente, a Clínica Bozelli, que alcançaram a certificação ONA Nível 1 e buscavam a certificação Nível 2, além do aprimoramento dos processos. 2.2 Como o Mapeamento foi realizado? Para a execução do mapeamento, a equipe adotou a notação BPMN que consiste em um conjunto de símbolos reconhecidos internacionalmente para a representação gráfica dos processos. Por conseguinte, a plataforma utilizada para a elaboração dos fluxogramas foi o HEFLO. Sendo assim, ao todo, 13 processos foram mapeados sendo um deles o fluxo do paciente ao entrar utilizar os serviços da Unidade Einstein Clínica Bozelli e os outros os serviços oferecidos pela Clínica Bozelli (aplicação de vacinas, consulta com o pediatra, etc.). Durante a elaboração dos fluxogramas, a equipe realizou diversas visitas com o intuito de validá-los, por meio de entrevistas e reuniões com os funcionários. Ao final do projeto, os fluxogramas foram impressos a parte para facilitar a visualização de todos os processos por todos os funcionários e, conjuntamente, foi elaborado um relatório contendo a descrição de todos os processos mapeados e sugestões de melhoria realizadas pela equipe para aprimorar ainda mais a qualidade dos serviços oferecidos pela Clínica. Dessa forma, as sugestões de melhoria foram pautadas nas 5 dimensões da qualidade dos serviços. 3. Resultados A Unidade Einstein Bozelli de Sorocaba conseguiu com sucesso manter a Acreditação ONA Nível 1 e busca pela Nível 2. 4. Conceitos Utilizados 4.1 BPMN Notação mundialmente conhecida para a elaboração de mapeamento de processos. 4.2 SCRUM Metodologia ágil para desenvolvimento de projetos. Consiste em entregas parciais para personalizar o projeto de acordo com as expectativas do cliente.

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Como expandir meu pequeno negócio?

O que é microempreededor individual? MEI significa microempreendedor individual. Foi criado em primeiro de julho de 2008 com a intenção de desburocratizar e facilitar a formalização de algumas atividades econômicas. Além disso, promove a formalização com uma carga tributária reduzida, tendo em vista seu principal público alvo os trabalhadores autônomos e micro empresários.  Vantagens da formalização Dessa maneira, tornar-se um microempreendedor individual é uma oportunidade de legalizar o seu negócio e sair da informalidade. Uma empresa legalizada passa a ter, por exemplo, CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), alvará de funcionamento assim como, acesso a financiamentos bancários e a benefícios sociais do governo.  Veja abaixo algumas características do MEI. Requisitos para se virar um microempreendedor de sucesso Um dos requisitos é faturar até 81 mil reais por ano; Não ter feito parte de nenhuma empresa como sócio ou titular; Possuir apenas um funcionário que receba até um salário mínimo ou piso da categoria; Possuir uma empresa individual; Estar na lista de ocupações permitidas. Principais benefícios de ser um microempreendedor Ter CNPJ,permitindo emitir nota fiscal, tópico importante para ampliar o número de fornecedores e clientes; Abrir conta bancária como pessoa jurídica. Ajudando a desenvolver um fluxo de caixa bom e ter acesso a financiamento bancários, sem muita burocracia; Ter direito a benefícios do governo, para o microempreendedor e sua família, por exemplo, aposentadoria, auxílio maternidade, isenção de tributos federais, remuneração por problemas de saúde e acesso a créditos com juros reduzido. Diante do exposto, caso surja interesse em abrir um MEI e se tornar um microempreendedor, a abertura pode ser feita diretamente pelo empresário no Portal MEI do governo federal. Como expandir o meu negócio, sendo microempreendedor? Logo após, cumprir todos os passo de ser tornar um microempreendedor individual, agora é o momento certo para expandir seus negócios. Então, para ter sucesso em seu comércio, não basta apenas legalizá-lo. Portanto fique atento nas dicas escritas nas próximas linhas, para não perder nenhum detalhe! Leia sobre como ter uma boa gestão financeira na minha empresa? Ademais, é necessário ter capacitação e conhecimento para crescer e se firmar no mercado competitivo. Desse modo, entender o contexto que sua microempresa está inserida é indispensável, logo com um bom plano de negócios, você será capaz de conquistar um bom resultado.  Principais fatores relevantes Público alvo: acompanhar as preferências do mercado, auxilia na previsão de demanda e na flexibilidade da sua empresa. Sendo possível traçar boas estratégias de venda e aumentar a visibilidade do seu negócio. Um serviço ideal para contribuir na análise do seu público é o marketing estratégico. Competição: o microempreendedorismo no Brasil está crescendo e portanto a concorrência fica cada vez mais acirrada. Logo, saber os pontos fortes e fracos da empresa é primordial para ascender no mercado. Além de promover o desenvolvimento das falhas existentes, visando consertar os erros e consequentemente aumentar o número de vendas. Produto: diante da concorrência, é vantajoso ter um diferencial, pois indica o porquê de comprarem o seu produto e não o da concorrência. O ideal é sempre inovar e de tempos em tempos mudar seu mix de produtos, mas para isso é necessário saber como desenvolver um produto de sucesso. Fornecedores: definir fornecedores de qualidade e confiança fará você se tornar um microempreendedor de sucesso. Isso acarretará na diminuição de problemas de abastecimento, que pode ser prejudicial a empresa.  A partir da compreensão de como um plano de negócios é favorável ao microempreendedor, é possível com essas informações ser assertivo nos investimentos da sua empresa, como por exemplo, divulgação e promoções. Fatores muito relevantes para alavancar suas vendas e atrair mais público. Nesse sentido, dentro do plano de negócios há o planejamento financeiro que é muito benéfico e permite controle do caixa e quais os melhores investimento. Assim sendo, é interessante saber quais os benefícios que o planejamento financeiro traz ao microempreendedor: Principais benefícios de um planejamento financeiro Montante: saber qual o montante correto a ser empregado para o funcionamento ideal da sua empresa, objetivando se auto-sustentar financeiramente. Sem sofrer riscos de aplicar o montante errado e acabar sendo prejudicado financeiramente ou até mesmo falir a empresa. Organização financeira: possibilitando assertividade no investimento e controle de gastos da empresa. Visando um fluxo de caixa exemplar e promovendo a economia e o desenvolvimento do seu negócio, para ter mais segurança nos investimentos e nos retornos.   Previsão do retorno do investimento: com isso o microempreendedor pode investir e saber quando seu dinheiro retornará. Sem a insegurança de ficar sem o dinheiro investido ou de sofrer prejuízos financeiros.  Estimar o preço ideal do seu produto ou serviço: sabendo qual o valor será gasto para oferecer o produto ou serviço, é possível estimar corretamente o preço. Sem cobrar muito, ficando fora do mercado, e sem cobrar pouco, ficando no prejuízo. Isso é realizado pelo serviço de custeio, que analisa o produto e o mercado, visando o preço ideal. Contribuindo para uma melhor aceitação do seu produto no mercado e para não perder público para a concorrência. Da mesma forma, percebe-se a importância do planejamento para o microempreendedor ascender no mercado. O plano de negócio conjuntamente com o planejamento financeiro são ferramentas ideais para auxiliar no crescimento. Além disso, um negócio bem organizado e gerenciado traz um bom retorno financeira e realização pessoal. Portanto, é recomendável contratar consultorias que forneçam um plano de negócio de qualidade para impulsionar suas vendas e consequentemente proporcionar crescimento empresarial. Assim sendo, você já sabe o que deve ser feito para que sua empresa decole em vendas. Por isso, que tal ler sobre a importância da inovação para pequenas empresas.

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Sustentabilidade Empresarial: como ser beneficiado

Atualmente, as grandes empresas prezam pela obtenção da sustentabilidade empresarial. Dessa forma, elas estão cada vez mais se atualizando para obter um bom planejamento a fim de conquistar o desenvolvimento sustentável e expandir suas marcas. O que é sustentabilidade empresarial? Sustentabilidade empresarial são ações tomadas que visam o desenvolvimento sustentável da sociedade, aplicadas ao processo produtivo de uma empresa. Importância da sustentabilidade empresarial Para consumidores Alguns comportamentos executados pela companhia podem refletir diretamente no andamento do negócio. No âmbito das vendas, cada vez mais consumidores buscam empresas coerentes com a sustentabilidade. Segundo um estudo feito pela Nielsen, 73% dos millennials (pessoas que têm hoje, entre 18 e 35 anos) pagariam mais por soluções ou produtos sustentáveis. Para investidores A preocupação com o futuro do planeta foi consolidada pela ONU com os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS). Assim, para atingir essas metas, as empresas tem um papel fundamental para construção de uma sociedade ambientalmente correta.  Desse modo, isso já está acontecendo: um exemplo foi a Unilever, que desenvolveu um Plano Sustentável, cujo intuito era atrelar o propósito com suas marcas. Essa estratégia resultou, em 2016, um crescimento 50 % mais rápido e responderam a 60% do crescimento total. Nesse âmbito, as empresas conseguem vincular crescimento econômico e prosperidade ambiental. Além desses fatores, na visão do investidor é essencial que a empresa siga alguns parâmetros de sustentabilidade. Um deles é o ESG que é uma métrica que avalia fatores ambientais, sociais e de governança. Ou seja, caso a empresa ou a indústria não se adeque a esses critérios, ela perderá investimento. Pois, pioraria sua imagem institucional o que abaixaria a demanda de ações (para empresas de capital aberto). Para reforçar essa importância de possuir sustentabilidade empresarial, a Bovespa criou o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) que é uma importante ferramenta para esclarecer aos investidores a realidade da empresa a despeito dessas práticas. Desse modo, para ocorrer o crescimento exponencial da empresa ela deve ter um investimento ideal, o que só ocorrerá se seguir tais práticas de sustentabilidade. Para o processo produtivo A importância da sustentabilidade para o processo produtivo Para ocorrer melhoras é preciso que sua empresa ou indústria possua amplo conhecimento do processo produtivo. Isso geralmente acontece. No entanto, ainda existe dificuldade na otimização dele. Às vezes, ainda existe a necessidade de um investimento para obter a sustentabilidade empresarial, e algumas empresas desistem pois não conseguem medir o real custo benefício do investimento. Assim, essa é a oportunidade que grandes companhias estão adotando. Diante disso, voltando ainda no exemplo da Unilever, ela conseguiu reduzir os custos em 600 milhões de euros com energia, desde 2018. Para identificar as oportunidades dentro do processo, primeiro deve-se entende-lo. Por conseguinte, é necessário um mapeamento correto para que possam ser tomadas decisões. Deseja fazer um mapeamento de seu processo? Nesse âmbito, envolvendo a sustentabilidade empresarial é, de todo modo, essencial a realização de algumas atividades. Entre elas: revisão da utilização de energia, ou seja, busca de novas fontes ecossustentáveis, ou então a procura de estratégias para a diminuição. Também, para se obter uma empresa sustentável , cabe destacar a utilização da logística reversa, que é essencial para se obter vantagem competitiva, gestão de qualidade, reduzir custos e gerar receita. Dessa maneira, a Bridgestone tritura os pneus recolhidos e os fragmentos são utilizados para combustível alternativo, blocos em substituição da brita, confecção de pisos e calçados. Outra atitude, principalmente para indústrias, é a reutilização da água. Esse é um processo otimizado que poupa recursos, diminuiu o tempo do processo, e diminui substancialmente o custo de produção. Além desses exemplos com alguns insights, que seriam: parceria com alguma empresa de reciclagem e parceria de com algum aplicativo de compra e venda de produtos recicláveis. Para um branding de sustentabilidade Com a sustentabilidade empresarial correta é possível aumentar muito o alcance da marca. Desse modo, o valor bruto aumenta já que possui características ecológicas, tais que hoje são muito requisitadas. Além disso é possível atuar com estratégias de marketing a respeito do grau ecológico que o produto ou a empresa tenha. No entanto, tem que se tomar cuidado para não fazer greenwashing, que seria enganar consumidores ou causar dano a imagem caso tenha inverdades. Para que isso não ocorra, a empresa deve garantir seus produtos e processos com as certificações ambientais devidas. Logo, algumas dessas são PROCEL, LEED, AQUA-HQ, FSC, ISO 14000 e IBD. Para os colaboradores Por outro lado, se o colaborador faz parte de projetos que possuem características sustentável, ele se sentira mais motivado pois eles beneficiam a sociedade como um todo. Logo, é importante levar em conta já que essas atitudes sustentáveis da empresa repercute diretamente na vida do colaborador. Diante disso, é claro que é essencial focar no cliente em relação as estratégias, no entanto não pode se esquecer de promover um bom ambiente para que o trabalho fique prazeroso e estimule o rendimento dos colaboradores. E uma forma de isso acontecer é com a sustentabilidade empresarial.

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O mapeamento de processos e a indústria 4.0

O mapeamento de processos é uma ferramenta muito utilizada para potencializar a produção. Sendo assim, é possível identificar pontos de aperfeiçoamento dentro da cadeia produtiva de um determinado serviço ou produto. Vamos utilizar nessa matéria de exemplos práticos para compreender mais sobre o mapeamento de processos e as vantagens que o mesmo apresenta para ter você no controle de seu negócio. Somado a isso, como essa ferramenta pode nos instruir e nos inspirar com a chegada da indústria 4.0. O que é um processo? O processo produtivo pode ser caracterizado como uma sequência de etapas ordenadas que juntas resultam na realização de um serviço ou a produção de um produto. Por exemplo, na música: “Dois hambúrgueres Alface, queijo, molho especial, Cebola, Picles Num pão com gergelim É o Big Mac (Big Mac)” Como visto acima, fica evidente que os recursos (ingredientes), montados de tal maneira resultam no BigMac. Contudo, o processo de construção do hambúrguer não envolve apenas a montagem, mas sim um conjunto de atividades que somados resultam no lanche pronto. Sendo assim, qualquer um que entende desse processo consegue replicá-lo e obter um lanche semelhante ao do McDonald´s. Porém, o processo de fazer o lanche não engloba apenas a montagem. Somado a isso, existe o preparo. Por isso, faz-se necessário entender todas as etapas do processo. Caso McDonald´s e sua relação com Mapeamento de Processos Ray Kroc foi um dos primeiros homens a identificar as vantagens obtidas através do mapeamento de processos. Logo, mapeou o processo produtivo de um lanche e conseguiu algo inédito, a padronização de seu processo. Desse modo, foi graças a tal padronização que o termo Fast-Food foi concebido. Nesse sentido, ao identificar pontos nos processos produtivos que envolviam uma certa lógica em serem ordenados, tornou possível que o processo se transformasse em uma linha de montagem. Algumas vantagens são possíveis de serem identificadas com o mapeamento de processos: Compreender melhor os processos: entender como o processo funcionam, tornando-os passiveis de análise; Aprimorar os processos: realizar reparos incrementais no processo, logo após a identificação do gargalo; Documentar os processos: documentar processos para facilitar a compreensão de todos sobre o processo, fazendo com que todos consigam entender a finalidade dentro de cada processo; Analise de eficiência: garantir que um processo seja executado da melhor maneira possível, utilizando o mínimo de recurso possível, no menor tempo possível, gastando menos; Transformar os processos: promover mudanças em processos, afim de garantir seu máximo proveito, remodelando-os. Veja mais sobre o caso McDonald’s: Clique Aqui A indústria 4.0 e o Mapeamento de Processos A indústria 4.0 é o conceito que envolve automatizar os processos, utilizando de tecnologias tornando tudo um ambiente globalizado. Nesse sentido, promove a modernização da manufatura manufatura, fazendo com que a mesma se torne cada vez mais eficiente. Dessa forma, através de aparatos tecnológicos, cada vez mais será possível mensurar as micro-atividades dentro de um determinado processo. Ou seja, torná-lo mais efetivo utilizando o mínimo de recursos possíveis no menor tempo possível. Nesse sentido, é cada vez mais necessário que se tenha o controle dos processos que roldam o desenvolvimento do produto ou do serviço em questão. Dessa forma, o mapeamento de processos se encaixa nessa etapa. Sendo assim, faz-se necessário ter o total controle de cada etapa de um processos para conseguir extrair o seu melhor resultado. A indústria 4.0 no setor alimentício Cada vez mais as pessoas tem menos tempo e acabam recorrendo para comidas industrializadas ou mesmo fast-food´s. Sendo assim, essa demanda por velocidade faz com que restaurantes e indústrias tenham que se desdobrar para entregar um produto cada vez mais rápido e com o menor custo possível. Por isso, a indústria 4.0, graças ao alto controle de dados e a integração entre os processos se torna cada vez mais viável fabricar um produto utilizando o mínimo de recursos. Pensando nisso, analisar os processos é algo quase que necessário para torná-los mais eficientes. Ferramentas utilizadas em um mapeamento de processos Fluxograma É a forma de se representar os fluxos que acontecem dentro de um determinado processo. Assim, as atividades que acontecem dentro de cada etapa que causam transformações no produto são representadas por símbolos. Por conseguinte, esses símbolos são interligados por setas demostrando o sentido do fluxo do produto ou serviço. Nesse sentido, o fluxograma é um meio de facilitar a análise dos processos para identificar possíveis melhorias. Contudo, por conta de sua simplicidade, acaba sendo pouco eficaz para análises mais profundas. Mapofluxograma Mapofluxograma é a integração entre o fluxograma e o layout existente no meio operacional. Sendo assim, é possível fazer uma análise combinada dos dois pontos, traçando estratégias afim de maximizar a integração entre os dois. Logo, é responsável por identificar gargalos existentes entre os processos e o ambiente físico. Diante disso, muitas vezes é capaz de solucionar problemas de movimentações desnecessárias que ocorrem na linha produtiva. BPMN Através do Business Process Model and Notation é possível produzir um meio de análise que é compreensível tanto pelo usuário quanto por técnicos. Devido a sua fácil compreensão, é a ferramenta mais utilizada nos dias de hoje. Enfim, é importante salientar que o mapeamento de processos pode se encaixar em todo o tipo de indústria ou comercio, apenas foi utilizado o caso do restaurante como exemplo. Todas as vantagens que foram passadas podem ser aplicadas em seu negócio/indústria. Saiba mais sobre nossa consultoria de mapeamento de processos.

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Por que implementar 5S na minha empresa?

O bom ambiente de trabalho é um dos principais fatores para a realização eficaz das atividades diárias de uma empresa. Assim, é fundamental que o local de trabalho seja limpo, organizado e eficiente. Com essas características é possível aumentar a produtividade, prover o bem-estar dos funcionários e evitar desperdícios. Existem muitos métodos para chegar a esses resultados. Um deles é a metodologia 5S, uma ferramenta utilizada no pensamento Lean, o qual visa eliminar etapas que não agregam valor ao produto final e tornar o processo enxuto. Vale lembrar que o 5S pode ser aplicado em pequenas e grandes empresas, desde escritórios até fábricas. Além disso, essa metodologia possui inúmeros benefícios e com um auxílio profissional, pode ser facilmente implantada em uma empresa, seja ela de pequeno ou grande porte. Vamos entender um pouco melhor sobre esse método a seguir:   O que é 5S? O 5S surgiu no Japão pós segunda guerra, com o objetivo de auxiliar o país a se reerguer, já que nesse período seria fundamental um desenvolvimento rápido e com mínimo desperdício de recursos.  Essa metodologia promove um ambiente de trabalho sustentável e eficiente por meio de cinco termos em japonês que se traduzem em: 1. Seiri: Utilização 2. Seiton: Organização 3. Seiso: Limpeza 4. Seiketsu: Padronização e Saúde 5. Shitsuke: Disciplina    Assim, implementar esse mecanismo em sua empresa pode trazer inúmeros benefícios, que vão desde a maior facilidade em manter o local de trabalho arrumado até o aumento do lucro por conta de menores perdas decorrentes da desorganização. Vamos nos aprofundar mais em cada etapa do 5S: 1. SEIRI Esse termo se refere ao senso de utilização, que nada mais é do que analisar e decidir quais materiais e/ou etapas de produção são fundamentais para chegar ao produto final.  Além disso, são descartados os materiais que não possuem um papel relevante na produção, já que manter esses produtos desnecessários aumentam o custo de controle de estoques e seguro, e são potenciais objetos de distração.  Portanto, é necessário achar um balanceamento entre os dois tipos de materiais, visto que é muito difícil uma eliminação total dos elementos irrelevantes e é raro precisar apenas dos essenciais.   COMO O SEIRI É FEITO? Para implementar tal etapa é necessário se perguntar: Quantas ferramentas são necessárias nessa área? As máquinas/peças estão devidamente classificadas? O ambiente está livre de potenciais produtos nocivos? Há materiais sendo desperdiçados? A periodicidade da manutenção dos equipamentos é adequada? Respondidas estas perguntas é possível aflorar o senso de utilização anteriormente mencionado e implementar o Seiri. 2. SEITON Seiton designa o senso de ordenação, o qual consiste em organizar as ferramentas e os materiais de modo que qualquer funcionário consiga se localizar e entender o processo facilmente. O objetivo desse processo é organizar e alocar os recursos de forma inteligente, para que, além de visualmente organizado, a produção seja mais ágil por conta do fácil acesso aos recursos. Além do mais, essa etapa facilita a limpeza do local, diminui o stress dos trabalhadores e reduz custos por conta do maior controle sobre os recursos. Veja também outros modos de economizar seu tempo!   COMO O SEITON É FEITO? Para implantar o Seiton, deve-se deixar as ferramentas mais utilizadas em locais visíveis e em compartimentos que permitam a fácil retirada destas. Já as ferramentas usadas uma ou duas vezes por semana devem estar alocadas próximas as máquinas nas quais são empregadas. Por sua vez, as pouco utilizadas devem ficar em armários devidamente etiquetados, para que não atrapalhem na busca pelas ferramentas mais manuseadas e ainda sim sejam facilmente localizadas. 3. SEISO Essa etapa foca na limpeza do local de trabalho e dos equipamentos usados. Deve-se estabelecer um padrão de limpeza na empresa, a fim de manter as ferramentas sempre limpas e evitar uma degradação mais acelerada da mesma, além de evitar  desperdício de tempo com limpeza pesada. Assim, os benefícios mais relevantes desse processo são a redução dos acidentes de trabalho, diminuição da manutenção por conta da má conservação e aumento da produtividade, derivada do maior bem estar dos funcionários. COMO O SEISO É FEITO? Nesse processo, são montados pequenas equipes para limpar cada área da fábrica ou escritório. São realizadas inspeções de máquinas e compartimentos afim de detectar quais pontos pecaram na higienização. Feito isso, são definidos métodos de limpeza de acordo com cada material e geralmente desmonta-se a máquina (se houver), para checar se esta opera dentro das especificações. Pode ser que em alguns casos, uma empresa terceirizada tenha que ser contratada. Nesse caso ,deve-se balancear os custos e o tempo que seria aplicado naquela atividade, para ver o que compensa mais.   4. SEIKETSU Esse processo é voltado para o lado humano da empresa. Nele são levados em conta a saúde física e mental dos trabalhadores e tem como objetivo proporcionar a melhor vivência entre o local de trabalho e o funcionário e assegurar que as etapas anteriores sejam cumpridas.       Além disso, ele visa enraizar normas e valores que permitam a manutenção do local e do bem-estar do trabalhador. A higiene pessoal e a do ambiente de trabalho são fundamentais  para que o Seiketsu seja concretizado. Esses fatores são importantes pois permitem a realização segura das atividades diárias. Para que tais exigências sejam cumpridas, deve-se atentar também às condições ergonômicas do local, tais como a presença de ruídos, goteiras, fios expostos, locais mal sinalizados e etc.   COMO O SEIKETSU É FEITO? Algumas perguntas podem ser feitas para iniciar e estruturar esse processo: Qual a fonte de sujeira desse setor? Qual o nível de ruído nesse setor? Existe algum perigo aparente para os funcionários? A temperatura do ambiente é adequada? É necessário algum equipamento de segurança nessa tarefa? Respondidas tais perguntas, é possível realizar um roteiro de medidas a serem tomadas. 5. SHITSUKE A quinta e última etapa consiste na auto-disciplina, a qual será essencial para assegurar que os passos anteriores sejam mantidos após a realização do 5S. Nesse processo se estabelece o que é preciso para que os funcionários mudem sua mentalidade acerca

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