O Rombo da Americanas: Como identificar e se recuperar de crises econômicas
Descubra o porquê do rombo da Americanas, aprenda e aplique estratégias para recuperar seu empreendimento de crises econômicas.
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Entenda como fazer previsões e análises financeiras futuras através da coleta de dados e de indicadores!
tempo de leitura: 6 minutos Busca tentar motivar sua equipe, mas ainda não encontrou as formas corretas para fazer isso? Busca ter uma equipe focada em trazer os resultados que precisam? Se a resposta for sim, você não pode deixar de ler essa matéria! Separamos 3 táticas infalíveis para você alcançar a motivação da sua equipe, abordando conceitos desde liderança até gestão e design thinking. Qual a importância de ter uma equipe motivada e engajada? Hoje em dia no mundo corporativo vemos cada vez mais empresas focadas em trazer “felicidade corporativa”. Tal conceito é usado para explicar como podemos trazer a felicidade para o trabalho. Esse novo conceito surge a fim de ver como o impacto de felicidade e motivação dos colaboradores trazem resultados melhores e mais ágeis. Além disso, existe também o conceito de “Humanocracia” apresentado no livro “Humanocracia: Criando Organizações Tão Incríveis Quantos as Pessoas Que as Formam” escrito por Gary Hamel e Michele Zanini. Esse conceito trabalha em conjunto com a felicidade corporativa. Afinal, ambos buscam aumentar a eficiência pelo lado “humano” dos colaboradores. Mas agora, como eu como Líder posso fazer isso? Existem práticas ou posturas que posso ter para que a motivação da minha equipe aumente? Esse é o objetivo desse artigo. Trazer para você diferentes formas de levar isso para sua equipe. Durante a leitura vamos abordar duas vertentes do engajamento da equipe: a liderança e a gestão. Ambas têm papel importante em criar uma equipe ágil e engajada. Além disso, ambas precisam ser usadas juntas para realmente terem efeitos positivos. As primeiras 2 táticas abordarão a vertente liderança e as demais a vertente gestão. 1. Procure ser a liderança que você gostaria de ter Para os que leram o livro Monge e o Executivo a analogia será clara, e para os que não leram fica a recomendação de leitura. O livro aborda a essência da liderança e como podemos ser a melhor liderança possível. Durante a leitura o personagem “mentor” pede para que todos escrevam quais características mais admiram em uma liderança. Como resultado, muitos escrevem as mesmas coisas. Mas por que isso? Porque nós como membros de uma equipe temos necessidades parecidas. Todos buscamos respeito, apoio e alguma forma de liberdade ou confiança. Dessa forma, para termos uma alta motivação da equipe que lideramos precisamos trabalhar o nosso autoconhecimento. Além disso, condizer com a versão de liderança que nos faria trabalhar de forma ágil, engajada e buscando inovações. Com isso, entendendo o que está fazendo de condizente e não condizente, tire um tempo para refletir. Dessa forma, veja o que pode mudar como liderança para ser a melhor versão de si para sua equipe. 2. Descubra o que motiva cada membro Nessa tática, vamos abordar o conceito de motivação e o conceito de Moving Motivators. A motivação que conhecemos no mundo corporativo é “uma energia que aciona e direciona o comportamento”. Nesse caso, pensando em termos uma equipe motivada, queremos gerar a maior quantidade de energia. Afinal, o comportamento deve ser contínuo e direcionado para as metas da empresa. Hoje em dia as empresas buscam formas de fomentar a motivação dos colaboradores. Seja com atividades complementares como “Happy Hours” ou com benefícios corporativos voltados ao bem-estar. Porém, podemos abordar essa questão de modo muito mais objetivo e direcionado para nossas próprias equipes. Para isso, podemos usar 1.1’s mensais e a ferramenta “Moving Motivators.”. 2.1 1.1’s mensais Primeiro, o que são 1.1’s mensais? Eles são pontos de contato entre você e seu colaborador no qual são feitas perguntas estratégicas. Com isso, é possível entender melhor sobre como está sendo a vivência dele. Além disso, busca oferecer um sistema de suporte para as atividades que executam. Segue abaixo uma lista de perguntas que podemos fazer nos 1.1’s: Como foi o trabalho no último mês? O que deu certo? O que deu errado? Como estão seus OKRs/metas? O que você pretende trabalhar nesse mês? 2 ou 3 maiores prioridades do mês Teve algum momento que você se sentiu desconfortável? Existe alguma habilidade que você ainda queira desenvolver? Como posso te ajudar a desenvolvê-la? 2.2 Moving Motivators Além disso, como comentado, temos também o Moving Motivators. Desenvolvido pelo fundador da Management 3.0, Jurgen Appelo, o Moving Motivators é um exercício que nos ajuda a refletir sobre a motivação de cada membro. Dessa forma, é possível ver como isso pode variar de pessoa para pessoa e, assim, conquistar a motivação de equipe. As 10 categorias de motivadores para motivação são: maestria, aceitação, curiosidade, honra, propósito, independência, ordem, poder, relacionamento e status. Desse modo, o exercício consiste em pedir para seu membro listar, entre eles, qual é o mais importante para ele até o menos. Com isso, podemos analisar o que mais importa para nossos liderados. Assim, o próximo passo é procurar trazer atividades que apresentem esses motivadores ao longo da jornada deles na nossa equipe. Um exemplo, seria o motivador curiosidade, que diz “Eu tenho muitas coisas para investigar e pensar”. Quando vemos que esse motivador é o que mais importa para nossos membros podemos trazer mais desafios e dados. Desse jeito, tal motivador é instigado e traz um sentimento de conquista para eles. 3. Clareza dos objetivos e metas Todas as empresas têm metas e objetivos. Entre eles podemos ter metas macros que são as que correspondem ao objetivo da empresa como um todo. Além disso, existem as metas micros, as quais correspondem a áreas, projetos ou equipes. Portanto, quando lideramos uma equipe precisamos ter consciência de quais metas queremos atingir e desenvolver algum método de facilitar essas metas para nossos liderados. Seja com frameworks, OKR’s ou Must Win Battles, ou com lembretes contínuos dos objetivos, tanto em reuniões quanto em outras formas de comunicações. Para contextualizar ainda mais, Geoffery James propôs os 10 mandamentos da liderança, algumas regras para seguir para ser um bom líder. De acordo com Geoffery, o segundo mandamento seria a definição de um rumo claro para a equipe. Em seguida, guiar eles para onde deseja. Por isso, existe uma forma
Definir as metas, otimizar a estrutura da produção e montar/aprimorar um plano de negócios parece ser algo comum feito pelas empresas de um modo geral. Porém, estima-se que poucas são as que fazem esse tipo de abordagem, essas, são as empresas estratégicas. Nesse artigo, vamos mostrar como a definição de metas e batalhas influenciam as empresas estratégicas a aumentar produtividade da empresa e em um consequente aumento no seu lucro. Primeiramente, vamos definir o que é uma empresa estratégica através de uma série de itens que são necessários a esse tipo de empresa: Ter suas metas definidas; Conhecer empresas concorrentes e seu modo de atuar; Possuir um plano de Marketing e um plano financeiro; Conhecer seu público-alvo e orientar suas vendas para esse público; Ter seus processos otimizados e padronizados. Contudo, caso algum desses itens não seja condizente com a atual situação da sua empresa, segue um link que pode ajudar nessa situação: O que é uma batalha? A princípio, a batalha de uma empresa são as razões por qual ela luta e se dedica durante o período. Assim, as batalhas são definidas por meio de indicadores, os quais possuem metas e objetivos a serem alcançados. Citando um exemplo de uma empresa y, um indicador decidido é alcançar um impacto significativo em sua região. Para isso, definem-se metas, como faturamento, número de lojas atendidas, entre outras, que caso sejam alcançadas a empresa se considera de alto impacto em sua região e tem essa batalha vencida. Definição de batalhas para o aumento da produtividade Uma empresa estratégica sempre busca a definição de metas e batalhas para poder se preparar melhor ao longo do período e começar a buscar soluções previamente aos acontecimentos da mesma. Portanto, para sua empresa se tornar estratégica, a definição de batalhas é essencial. Além disso, a definição de metas, especialmente com um bônus caso atingida, elevará a moral dos funcionários que vão aumentar a produtividade visando batê-las, de tal forma que é uma situação “win-win”, onde tanto a empresa como os funcionários saem ganhando. Listando os benefícios que a definição de metas pode acrescentar ao trabalho, podem ser incluídas: I. Maior monitoramento: Há um maior controle sobre o que está acontecendo na empresaII. Maior motivação: Como já citado, definir uma meta faz com que os funcionários busquem um maior ritmo de trabalho afim de atingi-laIII. Maior lucratividade: Afinal, maior produção gera mais lucro Por fim, se quiser saber mais sobre a influência de estratégias na motivação de funcionários, segue um link que poderá ajudá-lo https://liderjr.com/blog/cultura-e-estrategia-organizacional/ Metas x Objetivos Para buscar ser uma empresa estratégica, é primordial saber a diferença entre metas e objetivos, além de saber os momentos de usar um ou o outro.Primeiramente, um objetivo é o destino final. Ou seja, o que você deseja alcançar, como por exemplo a instalação de um novo software na empresa, ou o faturamento final do ano, sem precisar explicitar o como, mas sim somente a data que esse objetivo deve ser alcançado.O como desse objetivo será alcançado fica responsável pelas metas, ou seja, as metas são tarefas específicas para alcançar os objetivos. Por exemplo, para se alcançar o faturamento desejado, devemos bater uma série de metas e tarefas detalhadas, que caso batidas, nos levarão a atingir esse objetivo. Para se aprofundar nesse assunto, segue um link para uma matéria focada nesse assunto: https://www.ibccoaching.com.br/portal/metas-e-objetivos/metas-objetivos-diferencas-exemplos/ Aplicando as batalhas no dia a dia da empresa (Metas S.M.A.R.T.) Agora que já entendemos o porquê de definir batalhas e a diferença entre metas e objetivos, há a necessidade de explicar como definir essas batalhas. E a resposta é simples, pois há uma metodologia chamada Metas S.M.A.R.T., usada pelas empresas estratégicas na hora de definir suas batalhas que simplificam os passos. S, do inglês “Specific”(Específico) : – Metas claras, fáceis de se interpretar e específicas, de tal forma que direcionem a um resultado compreensível;– Objetivos menores e específicos levam a metas bem trabalhadas e estruturadas. M, do inglês “Measurable” (Mensurável): – Ser mensurável significa que ao longo do período buscando atingir a meta, você pode anotar as pequenas vitórias e possivelmente analisar alguns dados que não deram tão certo. A, do inglês “Achievable” (Alcançável) – Definir metas que são impossíveis ou exigem trabalho extremo acabam não são atrativas aos funcionários, logo, defina metas que sejam possíveis. R, do inglês “Relevant” (Relevante) – As batalhas e metas devem se relacionar com as ambições da empresa, por isso, não crie metas para assuntos que não são o foco de atenção da empresa ou não se relacionam ao público-alvo, por exemplo. T, do inglês “Time based” (Temporal) – Prazos finais e datas são essenciais para suas batalhas, porém, lembre-se que prazos menores que o ideal podem levar a um estresse por parte da equipe, logo, defina prazos com consciência. Caso você queira entender mais sobre a metodologia de Metas S.M.A.R.T, acesse https://www.totvs.com/blog/negocios/metas-smart/ para um aprofundamento nesse quesito. Quando esperar resultados? É muito importante entender que não se vence batalhas do dia pra noite. Logo, não é certo cobrar resultados logo nos primeiros dias do projeto. Além disso, precisa-se entender que nem tudo na vida é constante, ainda mais relacionado a produtividade, onde vários fatores externos podem prejudicar o trabalho. Portanto, é aceitável alguns períodos terem menores rendimentos que outros, desde que atinjam a meta no final. A definição de suas batalhas auxilia no aumento da produtividade e dos lucros de uma empresa, mas somente se forem aplicadas do jeito correto, sem sobrecarregar demais e sem ser batalhas muito fáceis, de tal forma que exijam um esforço constante dos empregados. Por fim, percebemos que a cultura de implementar batalhas no dia a dia fazem parte das empresas estratégicas mais conceituadas. E a boa notícia é que caso sua empresa também implemente esses métodos ela estará um passo mais próximo do crescimento e do reconhecimento no mercado.
Alinhamento de equipe: como aumentar a produtividade da sua empresa Segundo uma pesquisa realizada pela Workfront, empresa de softwares dos Estados Unidos, somente 39% do expediente de trabalho na sua empresa é produtivo. Esse dado reflete um cenário que acontece na maioria das empresas por diversos fatores, um deles é a distração às inúmeras informações chegando a todo momento. Além disso, vemos que a falta do alinhamento de equipe afeta diretamente a produtividade. Para que isso não aconteça, é papel do gestor promover uma comunicação interna efetiva com o objetivo de deixar claro para cada liderado suas atividades e metas, evitando problemas recorrentes disso. Para entendermos como o alinhamento de equipe afeta a produtividade de uma empresa, vamos aprofundar os seguintes tópicos: O que é alinhamento de equipe? Como o alinhamento de equipe afeta a produtividade? Como aumentar a produtividade através do alinhamento de equipe? O que é Alinhamento de Equipe? O alinhamento de equipe são reuniões entre líder e seus liderados com o objetivo de motivar, unir, acompanhar e delegar as atividades da melhor forma para tornar a equipe o mais produtiva possível. Além disso, nessas conversas é necessário integrar os funcionários com a cultura da empresa, incluindo a missão, visão, valores e objetivos da organização, a fim de atingir os resultados desejados. Após entender o que é o alinhamento de equipe, em seguida iremos aprofundar como ele afeta na produtividade. Como o alinhamento de equipe afeta a produtividade? Direcionando melhor as atividades A Microsoft, uma das maiores empresas multinacionais dos Estados Unidos, realizou uma pesquisa mostrando a baixa produtividade dentro das organizações nos dias de hoje. Após entrevistar cerca de 38 mil profissionais ela descobriu que aproximadamente 17 horas semanais no trabalho são improdutivas. Além disso, constatou-se que o principal fator para essa improdutividade foi a falta de direcionamento dos colaboradores para realizar suas atividades. Assim, vemos que o alinhamento de equipe para definir bem as tarefas e focar nas atividades que agregam mais valor acarreta na maior produtividade da equipe, e consequentemente melhores resultados. Um método muito utilizado por empresas no Vale do Silício que pode ajudar no planejamento e execução das estratégias da empresa, e deixar todos os membros alinhados chama-se OKR (traduzido em português: objetivos e resultados chave). Aumentando o senso de pertencimento Os encontros de alinhamento entre a equipe ajudam na criação de proximidade com os membros da equipe e principalmente com os objetivos da organização. Dessa forma, os membros tendem a desenvolver um maior senso de pertencimento. Consequentemente, sentem-se mais motivados a realizar suas demandas e assim contribuir com melhores resultados. Diminuindo os conflitos Alguns dos principais conflitos nas equipes de trabalho são: diferentes estilos de trabalho, ausência de processos bem definidos, problemas interpessoais e objetivos divergentes. Conversas frequentes entre os membros do time aumenta a transparência da equipe e diminui os conflitos internos, resolvendo possíveis insatisfações por meio do diálogo. Além disso, elas mantêm o alinhamento dos objetivos da empresa com os próximos passos e tomadas de decisão. Diante disso, a melhora no trabalho em equipe aumentará a produtividade do time como um todo. Como aumentar a produtividade através do alinhamento? Planejar a reunião antecipadamente Para tornar a reunião produtiva é essencial fazer um planejamento antecipado, independente do conteúdo que será apresentado ou a quantidade de pessoas participantes. Então, pense em quais serão as pautas e qual o resultado esperado para cada uma. Para isso, é importante que estas pautas despertem e envolvam todos os membros a se posicionarem. Além disso, separe todas as informações necessárias para embasar as pautas e os principais pontos a serem comentados. Outro ponto fundamental para tornar o alinhamento mais efetivo é passar a pauta da reunião antecipadamente para os liderados. Assim, eles também conseguirão se preparar com antecedência e ter noção do tempo previsto para cada ponto que será discutido, diminuindo as chances de “fuga” do tópico principal previamente definido e também do tempo determinado. Abrir espaço para tirar dúvidas É comum surgirem dúvidas ao longo de uma reunião de alinhamento de equipe sobre as atividades que cada pessoa será responsável. Por conta disso, sempre deixe reservado na ata um tempo para esclarecimento de possíveis dúvidas. Vale reforçar que a reunião de alinhamento de equipe deve ser concluída com todos participantes sem dúvidas em relação a pontos importantes como: metas estabelecidas, revisão dos indicadores de desempenho e as atividades atribuídas a cada um. Marcar reuniões periódicas A periodicidade das reuniões vai depender do objetivo do alinhamento. No entanto, esses encontros são fundamentais para que o gestor realize o acompanhamento dos resultados chaves dos objetivos definidos e a partir disso, compartilhar os resultados com a equipe sobre pontos a serem melhorados. Esse momento de reflexão e alinhamento dos próximos passos é extremamente importante para manter a equipe com foco nos mesmos objetivos. Por fim, vimos durante a leitura como as reuniões de alinhamento de equipe afetam diretamente na produtividade da sua empresa tendo um grande impacto nos resultados do seu negócio. A Líder Jr. é uma empresa que oferece consultoria para todos os tipos de empresa, promovendo soluções de qualidade para desenvolver e aprimorar o seu negócio. Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo!
Tempo de leitura: 4 minutos. O que é a metodologia OKR? OKR (Objectives and Key Results ou Objetivos e Resultados-Chave em português) é uma metodologia utilizada para definir metas, sejam elas coletivas ou individuais, de um setor inteiro ou de apenas um funcionário. Essa metodologia se demonstrou tão efetiva ao passar dos anos, que as grandes empresas como Amazon, Twitter, LinkedIn e Microsoft acabaram adotando-a em seus negócios. O método foi criado pelo CEO da Intel em 1970, para alcançar o objetivo de se tornarem líderes no mercado de processadores, e ganhou destaque ao ser utilizado pelo Google em 1999. A empresa, que era composta por cerca de 40 pessoas, conta com mais de 85 mil atualmente. Isso mostra a efetividade que a utilização de OKR’s apresenta tanto nas pequenas empresas, quanto nas grandes corporações do mercado. Dividimos a construção dos OKR’S em duas partes: Objetivos (O): declaração breve do rumo que a empresa deseja tomar nos próximos meses. Um bom objetivo tem que ser claro e impactante, para que as pessoas possam imaginar o quão importante será alcançá-lo. Resultados-chave (KR): metas que impactam diretamente o objetivo caso seja alcançada com sucesso. O ideal é que sejam de 2 a 5, mais que isso faz com as metas não sejam lembradas facilmente, e queremos que os membros da equipe estejam constantemente pensando em atingi-las. Quais as vantagens de utilizar a metodologia OKR na sua empresa? Muitas vezes uma empresa se orgulha em dizer que mantem os funcionários sempre muito ativos, trabalhando e produzindo o tempo inteiro. Porém, se manter focado durante esse tempo todo é uma tarefa muito difícil, isso porque muito dessas vezes os funcionários não tem um objetivo bem traçado para o dia. Os OKR’s são uma ótima forma de focar nos resultados e não no processo até a chegada deles. Ao utilizá-los, é possível mensurar e analisar os resultados, se tornando mais fácil saber se as horas trabalhadas estão sendo produtivas. Além disso, ela é uma forma simples e ágil de motivar os membros de uma equipe a atingirem resultados. A simplicidade está justamente na sua construção rápida e objetiva, além de que elas são adaptáveis às suas necessidades, podendo ter um prazo de 6 meses ou até mesmo apenas 1 mês. A transparência é outro ponto forte. Todos os níveis de cargos têm acesso às OKR’s, dessa forma todos ficam alinhados e se sentem parte do processo de trabalho um dos outros, criando uma equipe mais unida e colaborativa. Por fim, é essencial que as metas e objetivos sejam ambiciosos. É preciso ser desafiador e emocionante chegar aos resultados esperados. Se eles estão sendo alcançados facilmente, está na hora de dificultá-los. Dessa forma você verá sua empresa crescer constantemente. Como fazer um bom OKR? É importante que eles funcionem como forma de alinhamento e comunicação da equipe, para que todos trabalhem juntos a fim de atingir o mesmo objetivo. O ideal é que toda equipe esteja envolvida na construção dos OKR’s, principalmente ao traçar os resultados-chaves, pois eles saberão quais são os números mais coerentes a se adotar. Os OKR’s devem ser feitos de tempos em tempos, sendo trimestralmente o prazo mais recomendado. É crucial acompanhar constantemente a evolução para saber se as metas estão sendo batidas. De nada adianta olhar no dia de sua criação e abandona-las depois. Quando o período estabelecido chegar ao fim, as OKR’s devem ser reformuladas caso não tenham sido atingidas, e novos objetivos podem surgir conforme a necessidade. É importante ressaltar que a principal característica de um bom OKR é de ser mensurável e quantitativo. Além disso, os KR costumam iniciar com verbos no modo infinitivo. Para facilitar a compreensão, darei um exemplo a seguir: Objetivo: Obter receita recorde enquanto aumenta a lucratividade KR1: Obter receita trimestral superior a R$ 70 milhões. KR2: Aumentar a margem de lucro de 15% para 27% KR3: Entrar no mercado do Brasil e do Argentina. Observa-se que o objetivo é sucinto e claro. Além disso, é necessário que os números e metas sejam desafiadores para que exijam esforços dos envolvidos, mas não impossíveis, pois isso pode desmotivar sua equipe. Como os OKR’s vão ajudar a traçar novas estratégias para minha empresa? Ao terminar de montar os OKR’s, ficará perceptível novas necessidades que precisam ser atendidas. Dessa forma, determine novas estratégias para atingir as metas e necessidades estabelecidas. Chamamos essas estratégias chamamos de plano de ação. Para facilitar a compreensão, utilizarei o exemplo citado no tópico anterior e para falar de algumas possíveis estratégias que ajudarão a atingir os KR’s. KR1: utilizar indicadores financeiros para medir resultados, assim conseguindo saber se chegamos no valor estabelecido de 70 milhões. KR2: pode-se aumentar o valor do produto final ou ir atrás de novos fornecedores de matéria prima que possuam um valor mais baixo que o atual fornecedor. KR3: com uma pesquisa de mercado nos dois países podemos ver qual é mais vantajoso para se entrar primeiro e qual atende melhor o público alvo, além de permitir a adaptação da empresa para atender as demandas do mercado. Vale lembrar que as estratégias dependem muito da realidade de cada empresa, mas os OKR’s darão um norte a se seguir. Conclusão OKR é uma metodologia simples e eficiente de atingir objetivos, que envolve toda equipe e pode ser adaptável conforme a necessidade de quem o utiliza. Uma ótima ferramenta para rever as estratégias de uma empresa e modificá-las conforme for preciso. Gostou do conteúdo? Leia também: Como fazer um planejamento estratégico no pós-crise. Quer conhecer mais sobre a metodologia OKR nas grandes empresas? Acesse aqui.
O que é a Viabilidade Financeira de Projetos e qual a sua importância? De início, deve-se entender o que é a viabilidade financeira de projetos. Ela é, no geral, um dado para medir o quanto de capital será gasto. E também, o quanto vai retornar para a empresa (despesas e lucros), ou seja, se o investimento é viável, financeiramente e temporalmente. Toda tomada de decisão dentro de uma empresa, deve ser algo pensado e minunciosamente calculado para que nada fuja do controle. Com a viabilidade financeira em prática, pode-se prever com mais precisão o futuro de uma empresa, assim diminuindo os riscos de se fazer um novo investimento, já que é estimado o capital necessário, as receitas, as despesas, o rendimento e até o desembolso. Alguns exemplos de momentos em que é essencial uma análise de viabilidade financeira de projetos, é quando se vai abrir uma nova empresa, expandir o seu negócio atual, investir em novos equipamentos, comprar ações, criar novas sedes, entre outros. Como calcular a Viabilidade Financeira de Projetos Mas como calculamos esse dado tão importante? O cálculo gira em torno da coleta de alguns outros dados, que vão depender muito do investimento desejado e das particularidades da empresa. Em geral, os passos que serão tomados são: 1. Pesquisa e Análise do Mercado Antes de analisar se o investimento vai gerar retorno para o investidor, deve-se entender o mercado em que se está inserido, então estudar temas como os picos de sazonalidade do setor, economia e segmentação de atuação. Com o entendimento desses tópicos, já se torna possível projetar de forma coerente as receitas, assim começando a análise de viabilidade de projetos de forma correta. 2. Fluxo de Caixa Projetado Feita a análise do mercado, passa-se agora para a etapa de projetar-se o fluxo de caixa, que é essencial para mapear todas as saídas e entradas do caixa, em um determinado período te tempo, presente na empresa. Para o fluxo de caixa funcionar de maneira eficiente e correta, o projeto deve receber mais do que gastar, por isso que durante a análise de viabilidade de um projeto, é feita essa diferença para entender se é viável ou não o executar. No final, projeta-se diferentes cenários para que a análise seja a mais próxima da realidade possível, sendo eles: otimista, pessimista e neutro. Além dos cálculos das entradas do caixa, existe também as saídas. Para o cálculo delas, deve levar em consideração: a. Custos Fixos Os custos fixos são aqueles que podem ser facilmente previstos, visto que, geralmente, ocorrem de maneira muito similar em todos os meses. Por exemplo: aluguel, telefone, salários, etc. b. Custos Variáveis Dessa vez serão calculados os custos varáveis, que ao contrário dos fixos, eles não possuem tanta constância de um mês para o outro. c. Impostos Geralmente já se sabe os impostos a serem pagos antes de se fazer o investimento desejado, mas caso não seja esse o caso, é recomendável que se entre em contato com um contador para se alinhar os possíveis impostos. 3. Análise de Indicadores Após a realização da análise de mercado e o fluxo de caixa, segue-se para a última etapa no cálculo da viabilidade financeira de projetos, que é a análise dos indicadores. Então para que o projeto desejado apresente retorno, deve ser feito a análise, principalmente, dos seguintes indicadores: a. Taxa Interna de Retorno (TIR) A TIR mostra a rentabilidade, em forma de porcentagem, e, com base nas projeções financeiras, ele indica qual será a renda. Sendo assim, quando maior for o TIR, melhor são as previsões financeiras do projeto; b. Taxa Mínima de Atratividade (TMA) A TMA é o que representa o valor do retorno mínimo esperado em relação ao caixa, com base no investimento feito. Além disso, é nele em que estão os prováveis riscos de cada segmento em que a empresa está inserida. Após análise do TMA e do TIR, o último deve ser maior que o TMA, para que a viabilidade seja positiva; c. Valor Presente Líquido (VPL) O VPL é a diferença entre o valor investido e o resgatado no final do período desejado. Portanto, ele representa o fluxo de caixa e os desconta com a TMA, até o dia que se vai investir; d. Break-even O Break-even é quando o retorno obtido pela empresa é maior que o valor que foi investido, assim, ele é o dinheiro que vai ser recebido para que o investimento seja sustentado; e. Exposição Máxima de Caixa A exposição máxima de caixa é o cálculo de quanto dinheiro será necessário para sustentar uma empresa durante o começo de sua existência, até que ela consiga gerar lucro. Assim, é com esse dado que o investidor saberá os investimentos iniciais necessários, guiando-o para saber se existe viabilidade financeira de projeto; f. Payback O Payback indica quanto tempo será necessário para o projeto passe a retornar capital e pague os investimentos. Podendo ser resumido em uma fórmula: Investimento Inicial / Economia Obtida. Conclusão Agora que entendemos completamente sobre o que é o estudo da viabilidade financeira de projetos e como calcula-lo, vemos a sua importancia na hora de realizar um investimento em sua empresa, seja ampliar a área de atuação da empresa, lançar um novo produto, comprar um novo equipamento, entre outros. Retomando, é com esse estudo que podemos ter mais coerência na hora de decisão, visto que vamos ter mais certeza de seus riscos e benefícios.
Assim como num corpo, em uma empresa diversos órgãos (ou pessoas) trabalham para que a mesma tenha uma boa saúde. Porém, diferentemente do corpo, em uma empresa essa saúde é vista através de diversos resultados que estão sendo gerados por ela e, um do mais importantes, é o financeiro. Então, chegamos a uma questão: você realmente conhece a saúde financeira da sua empresa? A princípio, caso o termo DRE não tenha vindo à sua cabeça ao ler “saúde financeira” muito provavelmente você ainda pode entender muito mais sobre o desempenho do seu negócio. Continue lendo a matéria que a Líder Jr. vai te ajudar a alcançar resultados ainda melhores! Saúde Financeira: Então, o que é um DRE? DRE, conforme suas siglas abreviam, é a Demonstração do Resultado de Exercício. Ou seja, é um documento que mostra o resultado financeiro que uma empresa teve após ter passado por todos os processos contábeis – ou movimentações -, totalizando em lucro ou prejuízo. O documento em questão é obrigatório para todas as empresas anualmente, pois é onde o Governo analisa se os impostos que estão sendo pagos à ele realmente estão condizentes. No entanto, pode se usar para muito mais que isso, ajudando o empreendedor a entender de onde veio o lucro ou prejuízo, os gargalos econômicos de seu negócio e até as oportunidades que podem aproveitar. Parece simples, não é mesmo? Mas para se obter esse resultado final é necessário um conhecimento amplo de todos os processos contábeis pelo qual um negócio passa e a documentação de cada um deles. COMO FAZER UM DRE? Primeiramente, para a elaboração do DRE, realiza-se uma série de cálculos sequenciais, sendo um a base do outro e que, ao fim, geram o resultado final. Ao longo desses cálculos, podem ser feitas diversas análises de como o processo contábil está se comportando e afetando a saúde financeira da empresa. Agora, para ficar mais fácil a compreensão, veja a figura a seguir: 1. Documente e organize os dados da sua empresa: A princípio, nenhum processo contábil se faz sem dados que o embasem e deem credibilidade ao resultado que será encontrado. Portanto, quanto mais dados históricos forem levantados, maior a confiabilidade da análise que será feita. Também, uma maior organização sempre permite um maior aprofundamento e detalhamento dessas análises, garantindo ainda mais qualidade e usabilidade do resultado que está sendo procurado. Uma boa sugestão de organização desses dados é por meio de planilhas eletrônicas, separando as entradas e saídas e classificando as mesmas. 2. Saiba a sua receita bruta: A receita bruta ou receita de vendas é tudo aquilo que se recebe em valor monetário ou em diretos. Basicamente, são todas as entradas da empresa e, para saber quais são, basta ter documentado os processos de recebimentos ocorridos ao longo do exercício da empresa. 3. Determine sua receita líquida: Através da definição da receita bruta e do conhecimento das deduções e dos abatimentos da empresa, é possível calcular a receita líquida por meio da seguinte fórmula: RECEITA LÍQUIDA = RECEITA BRUTA – DEDUÇÕES E ABATIMENTOS E o que são essas deduções e abatimentos? As deduções e abatimentos são tudo aquilo que é descontado do valor de venda diretamente, ou seja, promoções, devoluções, impostos sobre as vendas, etc. Em seguida, a receita líquida permite analisar de forma mais realista o quanto seu produto, mercadoria ou serviço gera de renda. 4. Calcule o lucro bruto e Relacione com a Saúde Financeira: O lucro bruto é o valor monetário resultante de tudo que está diretamente ligado ao seu objeto de venda – produto, mercadoria ou serviço -, ou seja, é a sua receita líquida descontados os custos envolvidos (tomando- se custos como gastos diretos ao objeto de venda). Como não são consideradas as despesas envolvidas, sua análise é referente às vendas em si e não ao funcionamento geral da empresa. Portanto, caso o resultado do lucro bruto seja negativo, muito provavelmente a saúde financeira da sua empresa está tendo como gargalos poucas vendas ou altos custos de venda. Com isso, têm-se como fórmula do lucro bruto: LUCRO BRUTO = RECEITA LÍQUIDA – CUSTOS DE VENDA A receita líquida você já sabe o que é, mas o que são os custos de venda? Os custos de venda, representados pelas siglas CPV, CMV e CSP – custos dos produtos vendidos, custos das mercadorias vendidas e custos dos serviços prestados, respectivamente -, são os custos ligados diretamente ao que se vende – produto, mercadoria ou serviço -, como o preço da matéria-prima. 5. Obtenha os resultados pré-impostos: Assim, as etapas anteriores possibilitaram uma análise acerca do desempenho contábil das vendas. No entanto, a partir dos resultados antes dos impostos, ou seja, da diferença entre o lucro bruto e as despesas da empresa, a análise sobre a saúde financeira da empresa fica mais realista, quase se aproximando do resultado final. Para obter esse resultado, a seguinte fórmula se aplica: RESULTADO PRÉ IMPOSTOS = LUCRO BRUTO – DESPESAS DE VENDAS – DESPESAS FINANCEIRAS – DESPESAS ADMINISTRATIVAS A despesas citadas são todos os gastos que não estão diretamente ligados ao produto, mercadoria ou serviço. Podemos ter como exemplo: preço do pacote de internet, salário de contadores e salário dos funcionários ligados à administração. 6. Gere o resultado final: resultado líquido Se você chegou até aqui, o resultado que a sua empresa produz já foi calculado. Porém, tem algo importante que precisa considerar para obter o resultado líquido: os impostos. Os impostos gerais das empresas são o CSLL – Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido – e o IRPJ – Impostos de Renda de Pessoa Jurídica -. Tendo o valor dos mesmos, aplicado a conta a seguir, você saberá se a saúde financeira da sua empresa está boa ou ruim. RESULTADO LÍQUIDO = RESULTADO PRÉ IMPOSTOS – CSLL – IRPJ Caso queira entender mais sobre esses impostos, acesse o link. Para além do resultado, como analisar os processos? Até momento, a Líder falou sobre como demonstrar o resultado de exercício da sua empresa. Porém, o quanto saber o
Nesse texto veremos as principais etapas de um Mapeamento de Processos. Contudo, o que é um processo? Um processo pode ser definido como: “sequência contínua de fatos ou operações que apresentam certa unidade ou que produzem com certa regularidade”. Por exemplo, o processo de venda em uma loja de roupas seria: atender o cliente. Ou até mesmo selecionar produtos de acordo com a necessidade do cliente. Gerar pedido de compra. Receber pagamento. Entregar as roupas. Desse modo, o processo tem como principal objetivo ser uma sequência de operações que te leve até o seu objetivo final. O processo pega inputs (entradas), processa essa entrada e gera um output (resultado final). O que é um Mapeamento de Processo? Agora que você já entendeu o que é um processo. Vamos avançar um pouco mais na definição de Mapeamento de Processos. O exemplo de processo citado foi bem simples apenas para facilitar o entendimento. Todavia, na vida real, não é tão simples assim. Do mesmo modo, o Mapeamento de Processos vem para tangibilizar e organizar processos que são cheios de etapas, entradas e saídas. Da mesma forma, o Mapeamento de Processos é a identificação da sequência das atividades que compõem um processo. Nele, é possível identificar todas as etapas que compõem um processo, descrevendo o fluxo da atividade. Mas qual a importância do Mapeamento de Processos para o meu negócio? O Mapeamento é muito importante. Ele apresenta todas as atividades envolvidas. Torna fácil e visual a identificação das saídas que cada etapa gera. Permite identificar possíveis problemas no seu processo. E por fim, facilita a tomada de decisão, já que consegue-se ter uma visão macro do que está acontecendo. Principalmente se o seu negócio possui muitos processos e fluxo de produção extenso. Não ter clareza do passo a passo do que deve ser feito e se esse passo a passo é realmente o ideal pode gerar muito desgaste e perda de recursos. Assim, o Mapeamento além de deixar claro para o gestor o andamento da sua produção, funciona como um manual para os funcionários. Desse modo, quando um novo funcionário entrar para o seu time, não haverá necessidade de explicar do 0 quais as suas funções. Porque tudo já estará mapeado da forma mais eficiente possível. Assim, custo e tempo de treinamento serão consideravelmente reduzidos e aproveitados para otimizar os seus processos. Quais as principais etapas de um Mapeamento de Processos? Nesse sentido, agora que já entendermos o quê é um processo, a importância dele para o seu negócio vamos para a execução. Por onde começar? E como saber as etapas de um Mapeamento de Processos? Todo o passo a passo deve ser documentado de alguma forma para que não venha a ser esquecido no futuro. Essa documentação pode ser manual (caso seu processo não seja tão extenso). Porém, indica-se uma ferramenta de Gerenciamento de Processos de Negócios (BPMN) para processos mais complexos. Veja como a Agrella & Agostine padronizou seus processos! Passo 1: Definição do seu objetivo O primeiro passo para um Mapeamento eficiente é definir qual o seu objetivo com esse sequenciamento de Processos. Dessa forma, se você vai mapear a sua linha de produção tenha em mente qual a sua intenção principal. Por exemplo, “sinto que estamos desperdiçando muita matéria prima”. A partir disso, quais processos vamos mapear para comprovar ou não essa hipótese? A ideal de definir antes de começar o mapeamento é reduzir tempo. Ainda mais, esforço e recursos e focar naquilo que está mais crítico. Caso você tenha dificuldade em definir qual processo priorizar, a Matriz GUT pode te ajudar. Passo 2: Entenda o processo O próximo passo do seu mapeamento deve ser entender o processo, por quê ele existe. Além de qual a sua importância e o seu impacto final no objetivo final. Algumas perguntas direcionadoras podem ser: Qual objetivo ele atende? O que o processo realiza? Qual o motivo dele existir? Qual o tempo de execução? Passo 3: Sequencie as etapas do processo O terceiro passo é observar o seu processo. Documentar toda a sequência que acontece de forma bem detalhada. Caso queira ir além da observação em tempo real, você pode utilizar de filmagens, entrevistas com as pessoas que realizam o processo, ou até mesmo questionários. Depois de esboçar todo o processo observado, o ideal é documentar de forma mais visual e universal por meio da notação BPMN. Desse modo, todos que trabalham no processo ou até mesmo pessoas de outras áreas poderão entender o passo a passo de cada etapa. Passo 4: Identificação dos Problemas A partir do que foi observado e gerado de informações, busque encontrar gargalos (problemas) na forma que o seu processo está exposto. Em quais etapas o processo não está sendo fluido? Ou apresenta alguma dificuldade de comunicação, ou desperdício, ou demora? Passo 5: Aplicar as melhorias a partir dos gargalos observados Após a identificação dos problemas, é importante não parar por aí. A ideia principal do Mapeamento é conseguir aplicar as melhorias no seu processo. Não apenas deixá-las documentadas. Algumas ferramentas de melhoria de processos são: ciclo PDCA, matriz 5W2H e o diagrama de Ishikawa. É de fundamental importância que as pessoas envolvidas nos processos sejam consultadas sobre os problemas e melhorias encontradas. Já que elas convivem mais de perto com cada etapa, podem ter uma visão diferente e agregar nas mudanças. Após o Mapeamento de Processos Para garantir que os esforços valham a pena, é importante periodicamente revisar o que foi feito. Com isso, estabelecer indicadores que possam concretizar que a melhoria implementada está dando resultado. Caso não tenha trabalhado com indicadores ainda, essa matéria irá te guiar da melhor forma para a construção de métricas para o seu negócio: Indicadores: como acompanhar a estratégia da minha empresa. O Mapeamento de Processos, como já visto, pode ser determinante na melhora dos seus processos e alavancagem dos seus resultados. Se tiver interesse em se aprofundar no assunto e conversar com os nossos especialista, clique aqui.
Em algum momento da trajetória do seu negócio você já sentiu a necessidade de definir o valor de mercado da sua empresa? Se sim, você deve percebeu que essa não é uma resposta muito simples e pode ser mais complexa do que aparenta ser. Se você nunca se perguntou isso, em algum momento você ainda irá se fazer esse questionamento. Qualquer que tenha sido a sua resposta, chegou a hora de você ter o conhecimento básico para mensurar o valor de mercado da sua empresa. Qual a importância de mensurar o valor de mercado da sua empresa? Em primeiro lugar, se você estava procurando sobre como definir o valor de mercado de seu negócio, você deve se encontrar em uma situação decisiva de sua empresa, certo? Por exemplo, você pode estar buscando diminuir a sua participação na empresa, procurando se aposentar. Ou até mesmo quer empreender em alguma outra área, colocar a sua empresa a venda, encontrar um sócio. Dessa forma, é extremamente importante definir o valor de mercado da sua empresa. Isso porque, é uma forma de entender o posicionamento da empresa no mercado e não perder dinheiro se surgir a necessidade de venda do negócio. Além disso, possuir maiores condições para negociar com um possível investidor. Ter a noção de qual o valor justo que um futuro sócio pode pagar para ter determinada parcela de participação na empresa. Ademais, uma situação bem comum nas empresas atualmente é a necessidade de avaliar o que valoriza e o que desvaloriza a sua empresa. Assim é possível entender quais foram as decisões que deram certo e quais que prejudicaram a empresa. Certo, mas qual cálculo utilizar para mensurá-lo? O Valuation! Valuation é uma palavra inglesa que significa “avaliação de empresas” e se baseia no cálculo estimado de quanto vale uma empresa. Assim, será levado em consideração contas que serão pagas, pagamentos que serão recebidos e investimentos em andamento. Para fazer o Valuation, existem diversos métodos. Porém, o mais utilizado é o por Fluxo de Caixa Projeto. Esse método que dá à empresa, além do valor estimado do negócio, uma boa projeção da saúde financeira. Consequentemente, os líderes poderão fazer uma análise e traçar estratégias para potencializar os resultados e contornar adversidades. Algumas empresas necessitam de suporte financeiro para atingir determinado objetivo. Porém, não é nada fácil conseguir atrair stakeholders sem ter o que mais interessa a eles: o valor do investimento. Métodos de Valuation para definir o valor de mercado de um empreendimento A seguir serão apresentados alguns dos métodos de Valuation comumente utilizados pelas empresas para mensurar o valor de mercado da companhia. – Fluxo de Caixa Descontado (FCD) Primeiramente, no método do Fluxo de Caixa Descontado, calcula-se o Valuation a partir do modelo de fluxo de caixa e possui projeções de lucro futuro. Além disso, aplica-se um desconto do risco vinculado ao investimento. Ademais, esse método de se definir o valor de mercado de uma empresa calcula uma taxa. Essa responsável por corrigir o superávit (resultado positivo final) de uma forma proporcional ao longo do tempo. Usando de no mínimo 5 anos e no máximo 10 anos de projeção, o FDC possui quatro benefícios. Demonstração de uma avaliação de caixa a médio prazo. Previsão do valor base em diversos cenários. Apresentação dos riscos. Realização de uma análise de sensibilidade. Por fim, o Fluxo de Caixa Descontado, mesmo tendo várias vantagens, possui algumas desvantagens, como: alto custo de execução, esforço e tempo de trabalho. – Valuation de Liquidação Dessa vez, o método de Valuation se resume em somar todos os ativos e subtrair todos os passivos. Esse método tem esse nome pois ele é muito utilizado por empresas que estão prestes a fechar, por isso liquidação. Além disso, no Valuation de Liquidação, os especialistas estimam um curto prazo para calcular por quanto os administradores podem vender o que sobrou do patrimônio da empresa. – Múltiplos de Mercado Possibilitando uma avaliação por meio de uma comparação dos indicadores de empresas que trabalham em um determinado campo, o Valuation por Múltiplos de Mercado é bem fácil para aplicação, mas possui algumas deficiências. Como por exemplo o fato de que é muito raro de se encontrar empresas que trabalhem no mesmo campo e ainda possuam um modelo de negócio muito similares. Além disso, essa forma de se definir o valor de mercado não analisa um momento específico da empresa e sim o período como um todo. – Valuation Contábil No presente método, para o cálculo do Valuation apenas consideramos o patrimônio líquido da empresa, ou seja, a sua contabilidade. Mesmo que utilizado por algumas empresas, esse método possui algumas falhas. Como a desconsideração dos bens intangíveis, como por exemplo, marcas e patentes. Dessa forma, a metodologia, dependendo da situação, pode não exprimir o real valor da empresa. Como fazer o Valuation e definir o valor de mercado de uma empresa? Como já dito, o método de Valuation mais utilizado atualmente é o Fluxo de Caixa Descontado. Dessa forma, vamos utilizá-lo neste passo a passo! – Cálculo do histórico do Fluxo de Caixa O primeiro passo para se definir o valor de mercado de um negócio se consiste no cálculo do fluxo de caixa dos períodos anteriores. Criando, como diz o nome, um histórico. Nessa etapa, apresenta-se, após os cálculos, o potencial de lucro da empresa. – Projeção do Fluxo de Caixa Assim, tendo como base os dados do passo anterior, chegou o momento de projetar as finanças para um prazo, como já foi dito, de no mínimo 5 anos e no máximo 10 anos. Após isso, a próxima etapa é calcular a média das variações percentuais das despesas e das receitas em anos anteriores. – Cálculo da taxa de desconto Antes de mais nada, para efetuar o cálculo da taxa de desconto é necessário levar em conta os riscos intrínsecos aos processos da empresa. E também, as demais oportunidades de investimento, para que gere interesse de um possível comprador. – Cálculo do valor presente do Fluxo de Caixa Projetado. Por fim, chegou